Mostrando postagens com marcador rei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rei. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Morre rei da Tailândia, o monarca há mais tempo no poder no mundo - Adulyadej morreu às 15h52 locais, no hospital Siriraj de Bangkok, onde estava internado há tempos

O rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, morreu hoje (13), aos 88 anos de idade, de acordo com um anúncio oficial da Casa Real. O monarca estava no poder há 70 anos e era o soberano há mais tempo no trono, no mundo. As informações são da Agência Ansa.
Adulyadej morreu às 15h52 locais, no hospital Siriraj de Bangkok, onde estava internado há tempos. Ele reinava com o título Rama IX e subiu ao poder em 1946.
O novo rei da Tailândia, Rama X, será o príncipe hereditário Maha Vajiralongkorn, de 64 anos, disse o premier Prayuth Chan-ocha. O nome dele será apresentado ainda hoje ao Parlamento para aprovação, como prevê a Constituição. Prayuth Chan-ocha também anunciou um luto nacional de um ano. “A morte do rei Bhumibol é a maior perda da história da Tailândia”, disse o premier, em um discurso em cadeira nacional.
Embora fosse um monarca constitucional, Bhumibol Adulyadej realizou intervenções na política do país quando houve derramamentos de sangue ou conflitos. Ele facilitou a transição da Tailândia à democracia na década de 1990, mesmo tendo apoiado alguns regimes militares, como o de Sarit Dhanarajata e, mais recentemente, o Conselho de Segurança Nacional.
O rei também utilizou sua influência para acabar com golpes de Estado, incluindo as tentativas de 1981 e 1985.
Um dos monarcas mais ricos do mundo, Adulyadej era muito popular na Tailândia e reverenciado como um semi-deus pelo povo, em parte devido à crença budista.
Agora RN

domingo, 25 de janeiro de 2015

“Rei africano mora na Alemanha e governa pela internet”

Ele sobrevive trabalhando em sua oficina mecânica durante o dia

Gbi é uma das mais pobres regiões africanas. É por meio de tecnologia, no entanto, que o país vem sendo governado pelo rei Céphas Bansah – ele vive a cerca de 7 mil quilômetros de distância, na cidade alemã de Ludwigshafen, e comanda seus súditos na África por meio de e-mails, redes sociais e software de chamadas telefônicas online.
“Governo nessas condições para ficar mais próximo das novas tendências e tecnologias e, assim, introduzi-las mais facilmente em minha nação” – na verdade, em seu país falta remédio e comida, mas não falta internet.
Bansah chegou ao trono antes de seu pai e de seu irmão mais velho porque ambos são canhotos e em Gbi não se admite que pessoas não destras tenham funções de destaque. Justiça seja feita, porém, à austeridade do rei: ele não vive com dinheiro enviado por seus súditos nem conta com a ajuda do governo alemão.
Sobrevive trabalhando em sua oficina mecânica durante o dia. E dorme pouco porque à noite cuida de seu país por meio da internet.
Fonte: ISTOÉ

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Coroação de Felipe VI na Espanha é breve e simples

Madri (AE) - O príncipe herdeiro da Espanha foi proclamado rei Felipe VI, sucedendo seu pai, numa cerimônia discreta, tendo em vista que o país ainda enfrenta dificuldades econômicas e que está dividido sobre a permanência da monarquia. Usando um uniforme militar azul, o agora rei de 46 anos fez um juramento de lealdade à Constituição espanhola perante uma sessão conjunta do Parlamento. O novo chefe de Estado se dirigiu à liderança política do país e a seus súditos, que assistiram a cerimônia, transmitida ontem em cadeia nacional de televisão.
Emilio Morenatti/APFelipe VI, a mulher Letizia Ortiz e as princesas Leonor e Sofia acenam para o público após coroaçãoFelipe VI, a mulher Letizia Ortiz e as princesas Leonor e Sofia acenam para o público após coroação

“Estou profundamente comovido com o começo do meu reinado”, disse ele. “Estou completamente consciente da minha responsabilidade e tenho grande esperança no futuro da Espanha, uma nação secular com um importante papel na história da humanidade”. Sentada próxima a ele estava Letizia Ortiz, a jornalista plebeia e divorciada com quem ele se casou dez anos atrás e que se tornou a rainha da Espanha, além das duas filhas do casal, Leonor e Sofia.

A cerimônia de posse faz parte de um ritual notadamente carente de pompa na comparação com eventos semelhantes em muitos outros países. Nenhum integrante da realeza estrangeira ou chefe de Estado foi convidado.  A coroa espanhola, do século 18, estava em exposição numa cadeira no Parlamento, mas Felipe não a colocou na cabeça. A Casa Real disse que a ocasião foi planejada “de acordo com os critérios de austeridade que os tempos recomendam”.

Em seu discurso de 20 minutos, Felipe fez várias alusões à questão separatista. “Atualmente, há espaço na Espanha para todos”, disse ele num determinado momento, antes de encerrar com agradecimentos em catalão, basco, galego e espanhol. Líderes de todos os 17 governos regionais estavam presentes, incluindo os da Catalunha e do País Basco, onde durante décadas separatistas armados atuaram até  cinco anos atrás. Mas o presidente catalão, Artur Mas, e seu homólogo basco, Iñigo Urkullu, não aplaudiram o novo rei.

Flores vermelhas e amarelas, as cores da bandeira espanhola, adornavam as ruas ao longo da rota por onde passou Felipe e a nova rainha. Helicópteros da polícia sobrevoaram o cortejo e autoridades informaram que 7 mil policiais foram designados para fazer a segurança.
 
TN