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sábado, 6 de maio de 2017

Milhares participam de Marcha da Maconha no Uruguai e pedem mudanças na lei

Marcha da Maconha no Brasil - imagem ilustrativa

Ativistas marcharam da Praça da Liberdade de Montevidéu até a Torre Executiva

Milhares de pessoas foram à principal avenida de Montevidéu, capital do Uruguai, para participar da Marcha da Maconha de 2017 e pedir mudanças na legislação do país, em especial, o avanço no uso da planta em âmbito medicinal. As informações são da Agência EFE.
Os ativistas marcharam da Praça da Liberdade de Montevidéu até a Torre Executiva, sede da presidência, com cartazes de protesto. No fim da manifestação, os organizadores leram um manifesto e exigiram uma “maior vontade política para habilitar possíveis vias de acesso à maconha medicinal como espécie vegetal ou complemento alimentar”.
O Uruguai aprovou em 2013, no governo do presidente José Mujica, a lei de distribuição e produção de maconha que estabeleceu três modos de acesso à substância: a compra em farmácias, o autocultivo e os clubes de consumo para usuários.
No entanto, o acesso à maconha medicinal ainda é restrito. “Isso é legalmente possível e humanamente necessário para contar com possibilidade de termos padrões de qualidade, com garantias de ‘perfil cannábico’ e ausência de toxicidade”, diz o manifesto.
Os organizadores da Marcha da Maconha no Uruguai pediram que o Ministério de Saúde “destrave” o caminho para uma produção nacional de cannabis com fins medicinais. “Desta forma, aqueles com poucos recursos também poderão comprá-la e não só aqueles que são mais ricos e podem pagar a importação dos Estados Unidos”, afirmaram.
Os ativistas também citaram a abertura do cadastro para que usuários possam comprar maconha em farmácias. O processo começou no dia 2 de maio e já tem mais de 1.400 pessoas, 6.662 autocultivadores e 62 clubes de membros para o consumo da erva.
Apesar de reconhecerem que a abertura do cadastramento ocorreu “dentro da aplicação da lei”, os manifestantes afirmam que a quantidade de locais que distribuem a droga são poucos. Por esse motivo, eles pediram que o governo melhore a rede de distribuição, fiscalize as duas empresas que venceram a licitação para produzir a maconha legal e aumente os controles de qualidade e quantidade da produção.
Agora RN

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Usuários de maconha têm menos chance de ficarem obesos


maconhaPesquisadores da Universidade de Cornell, em Nova York, e da San Diego State University, na Califórnia, têm informações bastante inovadoras para passar com o estudo “O Efeito de leis de maconha medicinal no peso corporal”, publicado recentemente. Após examinar dados coletados durante 12 anos pelo Centers for Disease Control and Prevention, o estudo apontou que a regulamentação da maconha medicinal tem efeitos positivos na perda de peso corporal e para o bem-estar físico e os exercícios.
De acordo com o estudo, a regulamentação da maconha medicinal está associada com o declínio de 2% a 6% na probabilidade de obesidade dos pacientes. As estimativas dos pesquisadores sugerem ainda que a maconha medicinal podem reduzir de US$ 58 a US$ 115 os custos médicos relacionados com obesidade por pessoa. Para aqueles com 35 anos ou mais, os autores afirmam que a aprovação é associada com um aumento no bem-estar físico e à preocupação com a saúde.
Robson Pires

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Ator Morgan Freeman: ‘Como, bebo, fumo e cheiro maconha’

Morgan Freeman tem 77 anos e outras dezenas de filmes de sucesso. Ultimamente, o ator tem dado entrevistas bastante ousadas, inusitadas e polêmicas. Na mais recente, ao site “Daily Beast”, o astro de Hollywood disse ser usuário de maconha. Usuário mesmo! “Como eu uso? Do jeito que vier! Eu como, eu bebo, eu fumo, eu cheiro!”.
Para o americano, a maconha tem muitas propriedades medicinais, razão pela qual ele consome a erva. Segundo ele, uma dor crônica que ele sente no braço esquerdo, por causa de um acidente automobilístico em 1997, só é aliviada com o uso da maconha.
Na entrevista, o premiado ator comparou as duas edições do Festival de Woodstock. Segundo ele, em 1969, a maconha estava liberada e o clima de paz reinou. Trinta anos depois, prosseguiu, o controle foi maior e confrontos foram registrados no evento musical.
Fonte: O Globo