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domingo, 8 de janeiro de 2017

Bebê completa 1 ano de vida após nascer com o intestino fora do corpo


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Seu intestino foi firmemente embrulhado em uma película plástica para proteção


Pesando cerca de dois quilos, Sydney foi imediatamente levada para uma incubadora, onde passaria por uma série de verificações

Sydney Groves, de Essex, Inglaterra, nasceu com uma condição chamada gastrosquise, um raro defeito na parede abdominal que fez com seu intestino crescesse de forma externa e precisasse ser envolto em plástico.
No entanto, mesmo com uma baixa chance de sobrevivência, ela recentemente completou seu primeiro ano de vida, de acordo com informações do jornal Daily Mail. O intestino externo de Groves foi embrulhado para que gradualmente pudesse ser colocado para dentro, antes de ser costurado. Foram necessários vários dias até que ela pudesse se alimentar e evacuar normalmente. Neste período, foi alimentada por um tubo através do nariz que ia em direção ao estômago.
Felizmente, apesar do começo dramático de sua vida, ela completou um ano de idade e, de acordo com a mãe, Fran Groves, de 26 anos, sequer parece ter passado por tantas complicações, pois está perfeitamente saudável. Sydney foi diagnosticada com a condição rara durante um exame na 12ª semana de gestação, em um hospital em Harlow, Essex. A partir de então, a mãe precisou passar por uma série de cuidados, incluindo a realização do acompanhamento em um hospital maior, em Whitechapel, a quilômetros de distância de sua casa.
“Foi assustador”, disse ela em entrevista ao Daily Mail. “Disseram na minha primeira consulta que algo não estava certo. Era a última coisa que esperávamos. Disseram-nos era apenas um em cada 3.000 que nascia com esta condição, e já tínhamos muitas preocupações”.
Os pais foram informados de que a gravidez não poderia progredir para além de 37 semanas, de modo que não seria mais seguro para o bebê. Então, em dezembro de 2015, Fran foi internada em um hospital em Londres para realizar o parto induzido. No entanto, Sydney nasceu somente cinco dias depois, por meio de uma cesariana de emergência.
Pesando cerca de dois quilos, Sydney foi imediatamente levada para uma incubadora, onde passaria por uma série de verificações iniciais e cuidados intensivos.
Seu intestino foi firmemente embrulhado em uma película plástica para proteção. Nos dias seguintes, a própria gravidade agiu e empurrou o órgão de volta para dentro do corpo. Então, quatro dias depois, os cirurgiões costuraram a abertura em um procedimento que durou cerca de duas horas.
Internada por mais quatro semanas, a criança conseguiu ganhar peso e pôde ser transferida para um hospital em Essex, até que, em fevereiro de 2016, finalmente foi para casa.
De acordo com os pais, Sydney ainda precisa passar por exames a cada seis meses em um hospital de Londres, mas, até o momento, não aconteceram novas complicações.
Fonte: Daily Mail

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Medidas simples para prevenir e aliviar a gastrite

 

gastrite
Gastrite: queimação, dor no estômago e náusea são os principais sintomas da doença (Thinkstock)
 
Queimação, dor no estômago e náusea são queixas de 15 a 30% dos pacientes que procuram um gastroenterologista. Esses sintomas são característicos de gastrite, uma inflamação aguda ou crônica nas paredes internas do estômago.

 Mastigar adequadamente e escolher os alimentos certos são algumas das maneiras de tratar a dor, causada pela inflamação das paredes do estômago
 
A bactéria Helicobacter pylori, que se hospeda no estômago, é apontada como uma das causadoras da gastrite. Estima-se que 80% dos brasileiros estejam infectados pela bactéria e que 5 a 15% dessas pessoas manifestem a doença. A relação entre a H. pylori e a gastrite ainda não foi compreendida pela medicina, mas acredita-se que o micro-organismo enfraqueça a mucosa estomacal, fazendo com que o suco gástrico machuque as paredes do estômago.

O uso prolongado de anti-inflamatórios não hormonais (como a aspirina) e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas são fatores que também sensibilizam a mucosa estomacal, assim como stress, tabagismo e má alimentação.
 
Diagnóstico — Os sintomas da gastrite são parecidos com os de refluxo, má digestão e até câncer. Por isso, o ideal é, antes de tomar um remédio por conta própria, procurar um médico, que pedirá uma endoscopia para confirmar o diagnóstico. "A automedicação alivia os sintomas no momento, mas pode mascarar outras doenças mais graves", diz o gastroenterologista Rogério Saad, professor da Faculdade de Medicina de Botucatu Unesp/FMB.

Uma gastrite não tratada pode evoluir para uma úlcera, um profundo machucado na mucosa do estômago. Os sintomas da moléstia são perda de peso rápida, vômito ou fezes com sangue, febre, olhos amarelados, vômitos frequentes, anemia e presença de gânglios em regiões como pescoço e virilha.

O tratamento da gastrite segue os mesmos preceitos da sua prevenção e inclui remédios para diminuir a acidez no estômago e, na presença da bactéria H. pylori, antibióticos.
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