sábado, 7 de setembro de 2013

Sete de Setembro em Natal tem servidores em greve e protesto do Grito dos Excluídos

Encontro dos médicos, policiais civis, servidores da saúde e membros do Grito dos Excluídos na praça onde ocorreu o desfile cívico em Natal

O desfile cívico-militar deste sábado (7) em Natal foi marcado por protestos de diferentes grupos.
Policiais civis, médicos e servidores da saúde pública, além de integrantes do Grito dos Excluídos, ato tradicional de movimentos sociais no Sete de Setembro, foram às ruas da cidade no mesmo momento em que ocorria a apresentação das Forças Armadas. A Polícia Militar estimou em 2.000 pessoas o público que acompanhou a parada.

Ao término do desfile, policiais em greve chegaram a invadir o local em protesto, mas sem gerar tumulto. Em outro momento, ao se encontrar com manifestantes do Grito dos Excluídos com os rostos cobertos, houve um princípio de confusão e correria.

A Polícia Militar chegou a prender um manifestante que teria destruído uma placa de trânsito. No momento da prisão, outros participantes do Grito dos Excluídos se desentenderam com os militares e atiraram pedras contra o veículo que levou o suspeito.
O contador Washington Lucas, 60, segurava uma vassoura como haste da bandeira do Brasil. "Estou ao lado da juventude em busca de limpar nosso país dos corruptos", disse.
Sem contar com a participação das escolas estaduais, que retiraram seus alunos do evento em razão da expectativa de protestos, o desfile também foi mais curto do que em anos anteriores e durou cerca de uma hora. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) não compareceu à solenidade.

REIVINDICAÇÕES
O Sete de Setembro na capital potiguar teve a participação de médicos da rede estadual, que entraram em greve nesta semana.

Os policiais civis, parados desde agosto, reivindicavam melhorias salariais, convocação de agentes e investimentos nas delegacias.

folha

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