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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Terra não para de tremer na Itália e 100 réplicas são sentidas


Mais de quatro mil pessoas continuam desabrigadas na província de Macerata e estão hospedadas em estruturas provisórias

Dois dias após os terremotos que atingiram a região central da Itália, a terra ainda não parou de tremer no país. Segundo dados do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), foram registradas mais de 100 réplicas no território na madrugada e manhã desta sexta-feira (28). A mais forte foi de 3,5 graus na escala Richter às 4h13 (00h13 no horário de Brasília).
Mais de quatro mil pessoas continuam desabrigadas na província de Macerata e estão hospedadas em estruturas provisórias, estádios esportivos e algumas tendas. Alguns daqueles que perderam suas casas já foram transferidos para hotéis da cidade de Visso, onde deve ser o destino de mais desabrigados. As escolas também permanecerão fechadas até o dia 31 de outubro.
Segundo o presidente do INGV, Carlo Doglioni, a região central do país se tornou “mais instável” nos últimos anos e novos terremotos de grande magnitude não estão descartados.
Terremotos em série
“Quando ocorre um evento importante, é mais fácil que outro ocorra em breve. Neste sentido, Amatrice é filho de Áquila e os terremotos de quarta-feira são filhos de Amatrice”, disse Doglioni ao jornal La Reppublica.
O especialista se referia aos dois maiores sismas registrados na Itália nos últimos sete anos. Áquila registrou um tremor de 6,3 graus na escala Richter no dia 6 de abril de 2009 após dias com sismos menores. Naquela tragédia, 309 pessoas perderam a vida, 1,6 mil ficaram feridos e mais de 70 mil pessoas ficaram desabrigadas.
Já Amatrice foi a principal cidade atingida pelo terremoto do dia 24 de agosto deste ano, que deixou 298 mortos, e destruiu tanto a pequena comuna italiana como as cidades de Accumoli e Arquata del Tronto. Naquele dia, houve um abalo sísmico de 6 graus de magnitude. Os dois terremotos registrados na quarta-feira (26), de 5,4 e 5,9 graus, não causaram vítimas fatais ou feridos graves, mas destruíram pequenas comunas italianas, especialmente Castelsantangelo sul Nero, Ussita e Visso.
Agora RN

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Homem de 101 anos é resgatado com vida de escombros no Nepal


Funchu Tamang, de 101 anos, foi retirado com vida, neste sábado, dos escombros de sua casa. Foto: Divulgação

As equipes de emergência resgataram um idoso de 101 anos com vida dos escombros de sua casa, uma semana depois do terremoto que deixou pelo menos 7.200 mortos no Nepal. Funchu Tamang foi encontrado no sábado com ferimentos leves e levado de helicóptero ao hospital do distrito de Nuwakot, afirmou neste domingo um oficial da polícia local.
A polícia também resgatou três mulheres dos escombros neste domingo em Sindupalchowk, distrito afetado pelo terremoto, mas as autoridades não informaram quanto tempo elas permaneceram soterradas. Uma delas foi atingida por um deslizamento de terra e as outras duas estavam presas nos escombros de suas casas.
O balanço mais recente da tragédia cita 7.250 mortos e 14.000 feridos, mas o número definitivo deve ser muito maior, advertiu o ministro das Finanças nepalês, Ram Sharan Mahat. “Há vilarejos aos quais ainda não conseguimos chegar, mas sabemos que todas as casas foram destruídas”, disse. Quase 160.000 casas foram destruídas e 143.000 afetadas pelo terremoto, segundo o balanço mais recente da ONU.
Turistas
Neste domingo (03/05/2015), a polícia anunciou a retirada de mais de 50 corpos dos escombros, incluindo seis estrangeiros, na região de Langtang, muito procurada por montanhistas e onde as autoridades temem que outros 100 turistas permanecem desaparecidos. “Nossa prioridade era resgatar os sobreviventes. Resgatamos 350 pessoas, aproximadamente metade eram turistas ou guias”, disse Uddav Prasad Bhattarai, chefe de polícia do distrito de Rasuwa, ao norte de Katmandu.
O porta-voz do ministério do Interior, Laxmi Prasad Dhakal, explicou que as operações de resgate prosseguem, mas que prioridade é cuidar dos sobreviventes. Os esforços se concentram especialmente nas localidades mais afastadas, nas regiões mais afetadas pelo terremoto, ao redor do epicentro, a cerca de 70 quilômetros da capital.
Fonte: Veja

sábado, 2 de maio de 2015

Nepal afasta possibilidade de encontrar mais sobreviventes após terremoto


O mesmo representante do governo nepalês atualizou também o número de feridos em consequência do sismo, que chega agora de 14.023 pessoas.


Autoridades nepalesas consideraram hoje (02/05/2015) ser impossível encontrar mais sobreviventes do terremoto que há uma semana abalou o país e provocou, pelo menos, 6.621 mortos.






“Já passou uma semana do desastre. Estamos fazendo o nosso melhor nas operações de resgate, mas agora penso que não há possibilidades de encontrar sobreviventes sob os escombros”, disse o porta-voz do Ministério do Interior, Laxmi Prasad Dhakal.
O mesmo representante do governo nepalês atualizou também o número de feridos em consequência do sismo, que chega agora de 14.023 pessoas.
O terremoto registrado no último sábado (25), o pior dos últimos 80 anos, deixou 2,8 milhões de nepaleses desabrigados, representando 10% da população de 28 milhões de habitantes, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
A estimativa do organismo internacional é que sejam necessários US$ 415 milhões para ajuda de emergência ao país nos próximos dois meses. Já foram recebidos pouco mais de US$ 22 milhões.
Portal BO

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Número de mortos em terremoto na China chega a 208



Número de mortos no terremoto de magnitude 6.6 que atingiu na manhã de sábado a província de Sichuan, no sudoeste da China, subiu para 208 nesta segunda-feira, confirmaram autoridades chinesas.
Homem recolhe foto de seu casamento de sua casa, destruída pelo terremoto
Homem recolhe foto de seu casamento de sua casa, destruída pelo terremoto - Rooney Chen/Reuters
O Número de mortos no terremoto de magnitude 6.6 que atingiu na manhã de sábado a província de Sichuan, no sudoeste da China, subiu para 208 nesta segunda-feira (22/04/2013), confirmaram autoridades chinesas. Equipes de resgate retomaram a busca por sobreviventes nos escombros deixados pelo tremor, mas deslizamentos de terra e estradas de difícil acesso atrapalham a chegada de suprimentos a Lushan, cidade mais afetada. O trabalho dos socorristas também tem sido prejudicado porque a província fica em uma região montanhosa. 
“A necessidade de suprimentos e abrigos na cidade de Lushan é grande”, disse neste domingo Kevine Zia, da Federação Internacional da Cruz Vermelha. A maior parte da ajuda está parada nas estradas engarrafadas devido às péssimas condições causadas pela tragédia, o que levou o governo a bloquear algumas rodovias. Na tentativa de chegar ao local, um caminhão com soldados do Exército caiu em um penhasco e provocou a morte de um dos soldados, deixando outros sete feridos. Apenas a circulação de ambulâncias e veículos de auxílio está permitida. Centenas de policiais armados estão encarregados de organizar as estradas para melhorar o fluxo e bloquear veículos particulares. 
O ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, agradeceu a oferta de ajuda de outras nações, mas alegou que o país é capaz de lidar com o problema sozinha. O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reforçou que o governo se responsabilizará por todos os custos de recuperação dos que estão gravemente feridos, cerca de 1.000 pessoas – o terremoro deixou, no entanto, mais de 11.000 feridos.
Histórico – Sichuan, uma das províncias mais povoadas da China, com 80 milhões de habitantes, foi devastada cinco anos atrás por um forte terremoto que deixou 87.000 mortos e desaparecidos. Desta vez, o tremor durou cerca de trinta segundos.
O epicentro foi registrado perto da cidade de Ya'an e surpreendeu a população pouco depois das 8h locais. A profundidade da origem do tremor foi estimada em doze quilômetros, uma distância pequena, o que favorece a ocorrência de muitos danos. Ao menos 10.000 casas ficaram destruídas ou seriamente danificadas, informou o governo de Sichuan. Mais de 260 réplicas ocorreram ao longo do dia. Aproximadamente 18.000 soldados e agentes da polícia foram enviados à região para ajudar nos resgates, informou a agência estatal Xinhua (Nova China).
Veja

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Japão se prepara para novas tragédias

Abrigo esférico contra tsunamis e terremotos (foto)

Shoji Tanaka, presidente da Cosmo Power, exibiu nesta sexta-feira (30) um abrigo esférico contra tsunamis e terremotos. O abrigo é chamado Noé (em referência à figura bíblica que construiu a arca). O Noé é feito de fibra e plástico e comporta até quatro pessoas