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sábado, 10 de dezembro de 2016

Taxista é assassinado na porta de casa no Vale Dourado - A mulher da vítima e os filhos presenciaram o crime; o suspeito não foi preso

Um taxista de 32 anos identificado como Fabiano Araújo Pitanga foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (09), na Avenida Santarém, no loteamento Vale Dourado, zona Norte de Natal. A mulher da vítima e os filhos presenciaram o crime.
De acordo com informações prestadas pela Polícia Militar o taxista tinha acabado de chegar em casa quando foi abordado pelo criminoso ainda não identificado. O suspeito efetuou ou menos três disparos de arma de fogo e fugiu.
Testemunhas afirmaram que um veículo deu apoio ao atirador, mas a placa não foi anotada. A Divisão de Homicídios esteve no cenário do assassinato e vai trabalhar com a hipótese de execução.
Portal BO

domingo, 3 de maio de 2015

Taxista é executado no Nossa Senhora da Apresentação na Zona Norte em Natal

Vítima tinha envolvimento com o tráfico de drogas, disse a polícia


Um taxista identificado como Marcelo Henrique dos Santos Cardoso, de 27 anos, foi morto na noite deste sábado (2), no Loteamento Jardim Progresso, bairro nossa Senhora da Apresentação, zona Norte de Natal. A vítima, segundo a polícia, tinha envolvimento com o tráfico de drogas.
De acordo com o tenente Santos, oficial do 4º Batalhão, nenhuma testemunha do crime se apresentou aos investigadores da Dehom (Delegacia Especializada de Homicídios) para detalhar o que de fato ocorreu. “O assassinato foi registrado às 20h e as únicas informações concretas que conseguimos dão conta que Marcelo sofreu tiros na cabeça e no tórax e que já tinha respondido processo por tráfico de drogas”, disse.
O policial ainda relatou que a vítima foi morta dentro do próprio taxi e que a porta do passageiro do veículo foi encontrada aberta pelos agentes. O crime com características de execução será investigado pela Delegacia de Homicídios.
Portal BO
 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Executado: Cadáver de taxista desaparecido é retirado de cova nas dunas de Pitangui

Responsável pelo crime era conhecido da vítima e teve participação em assaltos
A busca pelo taxista André Ricardo dos Santos, de 26 anos, desaparecido desde setembro de 2014, terminou da pior maneira na noite dessa quinta-feira (29). O corpo dele foi encontrado em uma cova improvisada nas dunas de Pitangui, no município de Extremoz, na Grande Natal. O suspeito do crime era conhecido da vítima e também responsável por assaltar uma loja de roupas em Morro Branco.
Caio Victor de França, de 23 anos, foi preso na manhã de quinta-feira e, logo em seguida, confessou que participou do assassinato de André Ricardo. “Eles nos mostrou exatamente onde estava a cova do André. Se ele não nos tivesse passado a informação, provavelmente nós nunca teríamos encontrado o corpo do André”, disse o delegado Ben Hur Medeiros, titular da Delegacia de Capturas (Decap), durante entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira.
André desapareceu na noite do dia 25 de setembro passado, quando recebeu um telefonema para fazer uma corrida até Pitangui. “O Caio Victor conhecia o André. Quando os dois chegaram em Pitangui, o Caio mandou o André descer. Tanto que o carro não tem manchas de sangue. Ele deu o primeiro tiro na perna, depois quatro no tórax e outro na cabeça”.
A cova onde André foi enterrado tinha mais de 1 metro de profundidade e foi feita antes do crime, que pode ter acontecido por acerto de contas. “Na verdade o Caio falou que a cova foi cavada antes, ou seja, o crime foi todo premeditado. O Caio nos relatou que o André devia mais de R$ 2 mil para ele e que o matou por causa de um acerto de contas, mas ele não falou que tipo de dívida era essa”, disse Ben Hur, que agora investiga se o crime ocorreu por causa do tráfico de drogas. “Nós sabemos que o Caio Victor também traficava drogas na região. Ou seja, ele era assaltante, traficante e também assumiu um assassinato. Contudo, essa questão do tráfico de drogas é algo que nós ainda iremos investigar.
De acordo com o delegado, o corpo de André praticamente era apenas uma “ossada”. As pernas dele estavam amarradas com um cinto, que era do próprio André. “O Caio Victor foi muito frio. No depoimento, em nenhum momento ele demonstrou arrependimento e detalhou exatamente o que aconteceu”.
A mãe da vítima, a aposentada Luzia Ribeiro dos Santos, de 75 anos, disse que já “sentia” que o filho estava morto. “Eu rezava todos os dias para que esse sofrimento acabasse, mas eu sabia que ele estava morto. Até por isso estou conformada. É uma tristeza muito grande para mim. Na verdade, ele é meu neto, mas minha filha não tinha como criá-lo e eu que o criei desde pequeno, por isso, o considerava como um filho. É uma tristeza muito grande, mas não tem mais nada que possa fazer”.
Luzia ainda afirmou que, em várias oportunidades, pediu para que o filho não aceitasse essas viagens no período da noite. “Esse carro que ele andava era alugado de um outro filho meu. O André sempre fazia essas viagens noturnas. Ele disse que ganhava mais dinheiro assim. Mas eu cansei de pedir para ele deixar de fazer essas viagens. Falei que era perigoso, que era melhor ele ficar em casa. Mas ele não me atendeu e, infelizmente, tiraram a vida do meu filho”.
Por fim, a senhora lembrou da última vez que viu o filho com vida. “Ele era junto com uma mulher e tinha uma filha de quatro anos. A mulher dele teve outra menina. Aí ele veio me contar que iria fazer essa corrida para Pitangui. Eu falei para ele não ir, para ele ficar em casa com a filhinha dele, mas ele disse que precisava do dinheiro. Chamaram o meu filho para a morte”.
Suspeito de outros crimes
Apesar de ter confessado participação no assassinato, a Polícia Civil só conseguiu chegar até Caio Victor por outro crime que ele cometeu. Também em 2014, o acusado e mais dois comparsas assaltaram uma loja de roupas em Morro Branco. “Os delegados sempre se comunicam. Eu estava investigando Caio Victor, mas não tinha informações suficientes para prendê-lo. Mandei a foto dele para outros delegados e Herlânio (titular da Furtos e Roubos) disse que o Caio aparecia em um vídeo de um assalto a essa loja”, explicou Ben Hur.
Com as novas informações, nessa quinta a polícia deflagrou a “Operação Roupa Nova”, que culminou com a prisão de Caio Victor e também de outro comparsa que aparece nas imagens das câmeras de segurança do estabelecimento. “O prejuízo da loja foi de mais de R$ 20 mil. No momento da prisão, Caio estava vestindo uma das camisas que ele levou da loja. Na residência dele também tinham outros produtos. Ele disse que ficou com três sacolas do roubo e conseguiu vender os produtos por R$ 600″, disse Herlânio Cruz.
O comparsa de Caio Victor, que foi preso e identificado pelas vítimas, não teve o nome divulgado pela polícia. O outro bandido ainda não foi identificado. “Também prendemos a Gislaine Oliveira, de 18 anos, que era companheira do Victor. Ela foi presa por interceptação, já que ela estava na residência no momento da prisão”.
JH

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Polícia Civil prende quadrilha acusada de assaltar e matar taxista em Extremoz

A quadrilha também é suspeita de praticar outros assaltos, um ocorreu há cerca de dez dias contra outro taxista na cidade de João Câmara     
 
Policiais civis da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) sob o comando do delegado Herlânio Cruz, prendeu na manhã dessa sexta-feira (22), quatro pessoas acusadas de assaltar e matar o taxista João Batista de Souza, de 54 anos, crime ocorrido na última quarta-feira (22) em Extremoz. Um dos suspeitos é um adolescente de 17 anos.
Os acusados foram identificados como sendo Ewerton José Gomes Pereira, 21 anos, Tiago da Silva Santos, 22, Renato Fernandes da Costa, 22, e um menor com 17 anos. Todos confessam ter praticado o crime, mas negam que tenham tido a intenção de matar a vítima, alegando que apenas o amarraram e o abandonaram ainda com vida e que só souberam da morte da vítima no outro dia pela televisão. Tiago diz ter levado do roubo apenas o celular e a carteira do taxista.
Segundo a equipe da DEFUR, a prisão se deu após uma informação que chegou na noite de ontem (22) dando conta que Renato, apontado como um dos suspeito do latrocínio, estava no regime semi aberto por tráfico de drogas e que durante o dia cumpria pena no Hospital de Custódia, localizado na Av. Itapetinga. Os policiais fizeram campana no local e prenderam Renato, que estava com uma mochila contendo vários aparelhos celulares roubados. Ele confessou o crime e indicou a participação e localização dos comparsas.
Em seguida foram detidos Thiago e o menor, numa casa localizada no bairro Jardim Progresso. Dentro do imóvel foram apreendidas duas armas sendo um revólver calibre 32 com quatro munições intactas e uma espingarda de fabricação caseira calibre 12. Além das armas, foram apreendidas várias latas de cerveja, perfumes, capacetes, ferramentas, roupas, dente outros objetos.
A quadrilha também é suspeita de praticar outros assaltos, um ocorreu há cerca de dez dias contra outro taxista na cidade de João Câmara. Após o roubo, eles teriam amarrado e abandonado a vítima na cidade de Tangará/RN.
 
Crime
O corpo do taxista João Batista de Souza, de 54 anos, foi encontrado por trás de uma fábrica, no município de Extremoz com as mãos amarradas e marcas de estrangulamento na manhã de ontem (21). A vítima teve o carro roubado na noite da quarta-feira (20) por quatro homens armados que teriam usado o veículo da vítima para assaltar uma loja de conveniência em um posto de combustíveis no município de Touros, no litoral Norte potiguar. O carro de João Batista foi encontrado na manhã desta quinta-feira (21) no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal. Em depoimento, os acusados dizem ter pedido uma corrida ao taxista e seguiram em direção a Extremoz e quando entraram numa estrada carroçável anunciaram o assalto. Eles também disseram a polícia que o tempo todo a vítima colaborou e não esboçou reação.
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