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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Banco em Baía Formosa é explodido por quadrilha

Terminal ficou destruído

Crime aconteceu durante a madrugada; a polícia efetuou buscas pelas proximidades e encontrou um carro abandonada, porém, ninguém foi detido

Na madrugada desta segunda-feira, 19, um terminal bancário da agência do Bradesco na cidade de Baía Formosa, foi completamente destruído por um grupo de criminosos.
A ação criminosa aconteceu por volta das 3h 40m. A polícia foi acionada, mas quando chegaram à agência, os suspeitos já teriam fugido sem deixar pistas. Durante busca  realizadas pela região, um carro foi encontrado  abandonado em um canavial, mas ninguém foi preso.
Portal no Ar

Metade do prejuízo do país é causado por delito financeiro, diz PF

Agentes da PF

Polícia Federal apurou que, dos R$ 123 bi perdidos pelo País em razão das quadrilhas, R$ 69,5 bi foram crimes financeiros

Quase metade do prejuízo causado por organizações criminosas sob investigação pela Polícia Federal envolve grupos que praticaram delitos financeiros. Eles são responsáveis por R$ 69,5 bilhões dos R$ 123 bilhões apurados pelos investigadores. O desvio de verbas públicas responde por R$ 21,9 bilhões. Os rombos causados pelas máfias que atuam nesses dois setores ultrapassaram em 2015 a tradicional conta apresentada ao País pelos delitos tributários, como a sonegação de impostos.
Especialistas consideram essa mudança no perfil como mais um “efeito Lava Jato”. “Especialmente em Brasília, no Rio e em Curitiba”, afirmou o procurador da República Andrey Borges de Mendonça. Foram justamente operações como a Lava Jato, Greenfield, Acrônimo e Zelotes que, a partir de 2015, deram outra dimensão aos prejuízos investigados pela PF.
Desde então, as organizações envolvidas em crimes fazendários deixaram de ocupar o primeiro lugar do ranking dos prejuízos. Caíram para o quarto lugar em 2016. Acabaram ultrapassadas pelos delitos financeiros e pelo desvio de verbas públicas, além dos crimes ambientais. “Há uma demanda maior de apuração dos delitos ligados à corrupção, há uma preocupação social, o que pode ter levado as autoridades dos diversos órgãos a dar um enfoque especial para esses delitos”, afirmou Mendonça.
Em 2014, a PF havia apurado prejuízos de R$ 198 milhões ligados a desvios de verbas. No ano seguinte, esse valor subiu para R$ 2,5 bilhões e chegou a R$ 18,7 bilhões em 2016. Os crimes financeiros saíram de R$ 2,72 bilhões (2014) para alcançar R$ 51,6 bilhões em 2016. Já os fazendários, que somavam em 2014 R$ 3,2 bilhões, registraram R$ 9,1 bilhõesno ano passado.
Os delitos ambientais – garimpos ilegais de ouro ou pedras preciosas, desmatamento ilegal e fraudes na licença de pesca – movimentaram no mesmo período no País R$ 10,9 bilhões, excluído da conta o prejuízo de R$ 20 bilhões contado pela PF em razão do rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana, Minas, em 2015.
Doleiros. Para o juiz aposentado e especialista em crime organizado Wálter Maierovitch, a Lava Jato só foi possível por causa da Convenção de Palermo, feita pelas Nações Unidas para o combate ao crime organizado. “O Brasil depois de anos adotou um tipo penal (definiu como crime), atendendo à convenção, de organização criminosa. O objetivo da convenção era combater as máfias financeiras, as organizações criminosas transnacionais e os aderentes, os lavadores de dinheiro, os doleiros”, diz.
No entanto, ao pegar os que lavavam e reciclavam o dinheiro dos bandidos comuns, as investigações expuseram os esquemas mantidos por organizações que desviavam verbas públicas e praticavam crimes financeiros. Foi desse ponto de partida que saiu a Operação Lava Jato.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), em agosto e setembro de 2013, US$ 124 milhões foram enviados da Europa para ao Brasil a fim de pagar fornecedores de cocaína na Bolívia. Para tanto, três pessoas ligadas ao doleiro Alberto Youssef teriam usado contas bancárias de um posto de gasolina em Brasília e de uma empresa em Curitiba. Youssef foi absolvido, mas os outros três réus foram condenados por lavagem de dinheiro do tráfico pelo juiz Sérgio Moro.
Agora RN

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quadrilha invade município de Ielmo Marinho e explode caixas eletrônicos

Caixas explodidos no interior do RN

Criminosos ainda metralharam veículo e posto da Polícia Militar no intuito de evitar perseguições

Durante a madrugada desta quinta-feira 27, uma quadrilha especializada em explosões e arrombamentos de caixas eletrônicos detonou um terminal do banco Bradesco no município de Ielmo Marinho, município da Grande Natal.
Segundo testemunhas, passava da meia-noite quando os criminosos chegaram armados no município, explodiram o caixa eletrônico e levaram dinheiro.
Na tentativa de dificultar uma possível perseguição, os suspeitos ainda chegaram a atacar um posto da Policia Militar da cidade, e disparar contra um veículo militar.
Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque (BPchoque) e Divisão de Operações Especiais (Deicor) foram ao local para reforçar a segurança, porém ninguém foi preso.
Agora RN

terça-feira, 7 de março de 2017

Quadrilha explode bancos e atira nas ruas de Caraúbas

Com a explosão, agência bancária em Caraúbas ficou parcialmente destruída

Agências do Banco do Brasil e Bradesco foram alvo dos criminosos. Explosões aconteceram na madrugada desta terça-feira (7)

Um quadrilha com 10 homens encapuzados aterrorizaram a população de Caraúbas, na região Oeste potiguar. Os criminosos explodiram terminais bancários no município durante a madrugada.
Além de atacar os caixas eletrônicos do Banco do Brasil e do Bradesco o bando atirou contra prédios na região. Ainda não se tem informações oficiais sobre a quantidade de dinheiro levada pelos bandidos.
Segundo informações da Policia Militar a ação durou em média meia hora. O grupo se espalhou entre as duas agência e em pontos estratégicos do município atirando com armas de grosso calibre.
Agora RN

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

“Material para explodir 20 bancos”, diz governador Robinson Faria após prisão de quadrilha

Material de grosso calibre foi apreendido (Foto: Polícia Civil)

No local foram apreendidos farto material para ser usado em no mínimo 20 ações criminosas


O governador Robinson Faria participou da entrevista coletiva no final da manhã desta segunda-feira, 5, sobre a prisão de líderes de facção criminosa que atua na explosão de bancos. “Eles tinham material para explodir 20 bancos”, explicou Robinson.
A ação da Polícia Civil ocorreu no sábado em São José de Mipibu. No momento da prisão houve troca de tiros e cinco bandidos morreram e dois foram presos. “A ação mostra o nosso trabalho para combater a criminalidade. É um recado do governo dizendo que não vai recuar, não vai se render a ameaças, nem muito menos negociar com criminosos”, afirmou Robinson.
Na coletiva foram detalhados os resultados de uma ação de policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) que resultou no desmantelamento de uma organização criminosa que explodia e roubava caixas eletrônicos no Estado.
No sábado (03), a Polícia Civil descobriu um sítio na localidade de Taborda, na cidade de São José do Mipibu, que era usado pelos integrantes do grupo para armazenar itens como artefatos explosivos e armas. Na ação do sábado, a Deicor prendeu em flagrante George da Silva Bessa, 30 anos e Emanuela Macedo Medeiros da Costa, 18 anos. No local foram apreendidos farto material para ser usado em no mínimo 20 ações criminosas, que seriam realizadas em agências do Estado do Rio Grande do Norte.
“Nós estamos preparados para enfrentar o crime, e assim como em julho deste ano, não iremos permitir que o crime tenha espaço no nosso Estado. Nosso setor de inteligência está a postos e brevemente, faremos novas operações policiais. Aqui, fica o registro do sucesso desta ação da Polícia Civil que conseguiu evitar a realização de explosões a caixas eletrônicos, que já estavam sendo preparadas para acontecer em breve”, afirmou o governador do Estado, Robinson Faria.
A Deicor conseguiu chegar até o local e efetuar as prisões graças ao apoio da população, que usou o Disque Denúncia 181. “Esperamos que a sociedade continue nos ajudando a localizar criminosos. Esta parceria entre Polícia e população é fundamental. Pedimos que mais informações sejam enviadas para que possamos realizar mais prisões”, afirmou o delegado geral da Polícia Civil, Claiton Pinho. Quando a equipe da Deicor chegou ao local, foram recebidos por tiros disparados pelos suspeitos e houve um confronto.
Nesta ação, cinco suspeitos que estavam no sítio vieram a óbito. Foram eles: Francisco Canindé Jerônimo, 35 anos; Paulo Eduardo de Oliveira, 45 anos; Antonio Ribeiro da Silva, 31 anos, Gilmar da Cruz Silva, 30 anos e Dilandio Coelho da Silva.
No total, foram apreendidos pela Polícia: 5 fuzis, sendo quatro de calibre 7,62, e um de calibre 5,56; 2 espingardas calibre 12; 1 submetralhadora 9 milímetros; 9 pistolas de diversos calibres (380, 40 e 45), farto material explosivo pronto para uso; 7 carros, sendo alguns clonados e outros roubados; 2 tabletes grandes de crack; centenas de munições de fuzis, pistolas e submetralhadoras; 17 baldes cheios de grampos utilizados para furar pneus; diversos capuzes pretos; luvas; gandolas; botas; R$ 740,00 reais e dinamites preparadas para serem usadas em algum estabelecimento bancário. Investigações preliminares da Deicor apontam que o arsenal utilizado pelo grupo possa ter sido utilizado em aproximadamente 20 assaltos que aconteceram em vários Estados do Nordeste. Exames balísticos nas armas apreendidas, no sábado (03), podem comprovar as referidas ações
Portal no Ar

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cinco homens são presos suspeitos de explodir bancos no RN

as prisões foram resultado de uma operação desencadeada no interior  do Estado

Uma investigação da Delegacia de Polícia Civil de Pendências resultou na prisão de cinco homens que são suspeitos de estarem envolvidos na explosão de caixas eletrônicos no Estado, na final da tarde desta quarta-feira (09). Um deles foi preso em Natal, pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) e os outros quatro na cidade de Pendências: José Odegleide de Oliveira Lima, 39 anos; Francisco Luedson Cassimiro de Lima, 20 anos; Irabitan Télio de Oliveira Tertuliano, 35 anos e Genival Paulo da Silva, 77 anos.
Para prender os integrantes da associação criminosa, a Polícia deflagrou a Operação T.A.T.U., que contou com o trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar (Pendências, Alto do Rodrigues, GTO Macau e GTO Assu) e da Polícia Federal. O intuito da Operação foi combater o crime organizado na região de Pendências. Investigações apontam que a associação criminosa seja a responsável pelos furtos às agências dos Correios dos municípios de Pendências, Campo Grande, Afonso Bezerra, além de explosões a caixas eletrônicos nos municípios de Alto de Rodrigues e Ipanguaçu.
“Nesta quarta-feira (09), a Delegacia de Pendências informou à Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado, (Deicor), que um dos integrantes do grupo de nome Jariedson Bezerra de Moura estava em Natal. Jariedson, que é suspeito de envolvimento em explosões a caixas eletrônicos e cofres das agências dos Correios, usava como base criminosa o município de Pendências. Jariedson foi preso pelos policiais da Deicor”, detalhou o delegado titular da DP de Pendências, Thyago Batista.
Além das prisões, policiais conseguiram localizar esconderijos onde o grupo havia escondido armas e diversos instrumentos utilizados para a prática dos crimes. Em uma propriedade rural, localizada no distrito de Mulungu, município de Pendências, foram encontrados enterrados em diferentes pontos: armas de fogo de uso restrito, munições, coletes balísticos, grampos, blusões, coturno, dinheiro e várias garrafas de whisky. Em um sítio na Comunidade Olho D'água do Matos, município de Assu, foram encontrados: armas de uso restrito, munições, explosivos, coletes balísticos, balaclavas, luvas, blusões, rádio, pé de cabra, marreta e dinheiro.
O nome da Operação T.A.T.U é a sigla de Técnicas Avançadas de Trabalho Unido – em razão da integração entre Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal no combate ao crime organizado.
Portal BO

sábado, 29 de outubro de 2016

Quadrilhas explodem novos caixas eletrônicos no Rio Grande do Norte


Explosões aconteceram na madrugada deste sábado (29) em Montanhas e Tibau do Sul. Base da PM também foi metralhada

Duas novas ações de quadrilhas especializadas em ataques a caixas eletrônicos aconteceram na madrugada deste sábado (29) no Rio Grande do Norte. A primeira explosão foi por volta das 2h45, o terminal bancário do Bradesco na cidade de Montanhas foi alvo dos criminosos.
Com aproximadamente menos de uma hora depois, foi a vez do caixa eletrônico do Banco do Brasil de Tibal do Sul. Além do ataque ao equipamento bancário a quadrilha metralhou a base da Polícia Militar no município. Ninguém ficou ferido.
Em ambos os casos, não há confirmação sobre os valores que tenham sido levados. A PM realizou buscas pelas regiões, mas nenhum suspeito foi localizado.
Agora RN

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

PM troca tiros e deixa quatro bandidos baleados em tentativa de assalto no RN

O grupo que é suspeito de agir na região estava em um veículo modelo Celta, de cor preta, com placas de Mossoró.


Policiais da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM) prenderam na tarde desta sexta-feira (21) Savio de Araujo Silva, de 19 anos, Flaviano da Silva, de 19 anos, Leonardo Basilo Lourenço, de 20 anos e Samuel Bezerra Alves, de 20 anos, após uma tentativa frustrada de assalto a um estabelecimento comercial na cidade de Currais Novos. O grupo que é suspeito de agir na região estava em um veículo modelo Celta, de cor preta, com placas de Mossoró.
Durante a ação, os infratores reagiram atirando nos policiais que responderam a injusta agressão e alvejaram os quatro. Com eles foram apreendidos três revólveres e duas pistolas de pressão.
O caso será registrado na Delegacia de Caicó que ficará responsável de investigar a participação da quadrilha em outros delitos.
Portal no Ar

domingo, 9 de outubro de 2016

Bandidos explodem caixa eletrônico em agência do Banco do Brasil na Zona Sul

Os bandidos explodiram um caixa eletrônico e fugiram atirando e deixando grampos na pista


Uma quadrilha com cerca de 10 homens armados invadiram na madrugada deste domingo (9) a agência do Banco do Brasil, localizada na avenida capitão Mor Gouveia, em Lagoa Nova. Em uma ação ousada por volta das 4 horas, os bandidos explodiram um caixa eletrônico e fugiram atirando e deixando grampos na pista.
Ainda não se sabe a quantia levada pelos criminosos.
De acordo com informações colhidas pela reportagem, os grampos espalhados no asfalto estouraram os pneus de veículos que passavam pelo local. Os tiros teriam sido disparados, inclusive, em prédios vizinhos ao do banco.
A quadrilha teria usado três veículos na ação. No chão, minutos após o assalto, era fácil encontrar munições de fuzil 5.56 que foram deflagradas pelos bandidos.
Todas as unidades da Polícia Militar, que estavam em atividade na capital, foram acionadas mas nenhum dos suspeitos foi localizado ou preso. A agência fica a poucos metros do Fórum da Justiça e da Polícia Federal.
Portal no Ar

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Delator confirma: Lula era o chefe da quadrilha do petrolão

Em depoimento, Delcídio do Amaral revelou detalhes de como o ex-presidente conduzia o esquema que desviou cerca de 20 bilhões de reais dos cofres públicos

Em março passado, VEJA publicou uma entrevista exclusiva com o ex-senador Delcídio do Amaral. Entre as muitas revelações importantes, a mais bombástica dizia respeito ao ex-presidente Lula. Delcídio, que assinou um acordo de delação premiada com a Justiça, apontava Lula como o comandante do esquema de corrupção na Petrobras — uma suspeita com a qual os investigadores sempre trabalharam,  mas que ainda não haviam colhido evidências capazes de sustentar uma acusação. O site do jornal O Globo informou hoje que o ex-senador  formalizou a denúncia contra Lula.
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VEJA apurou que o depoimento de Delcídio foi dado na quinta-feira (1).  Segundo o ex-senador, Lula distribuiu as diretorias da estatal entre políticos aliados em troca do apoio deles no Congresso. Além de cuidar pessoalmente de cada detalhe do loteamento, da divisão dos postos à escolha dos nomeados, Lula teria pleno conhecimento de que os partidos usavam os cargos para cobrar propina de empreiteiras e financiar seus caixas e campanhas eleitorais.  Era, segundo o ex-senador, uma ação coordenada de governo que tinha o objetivo de comprar apoio político-partidário com propina desviada de contratos superfaturados da Petrobras.
Ex-líder do governo Dilma e ex-líder do PT na gestão Lula, Delcídio depôs ao procurador Januário Paludo, integrante da força-tarefa da Lava-Jato. O ex-senador pontuou sua narrativa com uma espécie de divisor de águas. Ele declarou que havia nichos isolados de corrupção na empresa até a descoberta do mensalão, em 2005. Com o estouro do escândalo, Lula teve de reorganizar a base governista para escapar do impeachment. Para tanto, abriu ainda mais as portas da Petrobras a PMDB e PP.
A corrupção, então, passou a ser sistêmica. Delcídio declarou ainda que nenhum outro presidente usou tanto a Petrobras politicamente como Lula. O petista despachava pessoalmente com os diretores da estatal. Além disso, lançava mão da companhia como instrumento de disputa eleitoral — por exemplo, ao defender uma política de conteúdo nacional, em contraposição à suposta intenção do PSDB de privatizar a petroleira.
Delcídio foi preso em novembro do ano passado,  ao ser flagrado tentando comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras que negociava uma colaboração premiada e prometia revelar segredos que comprometeriam Lula. Na cadeia, o ex-senador negociou o próprio acordo de colaboração.
Suas revelações mostraram que, além de Lula, a então presidente Dilma estava envolvida em  tentativas de sabotar a Operação Lava-Jato. A ex-presidente é alvo de um inquérito da Polícia Federal. Lula já foi indiciado por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Na entrevista concedida a VEJA, Delcídio fez uma segunda e grave revelação: quando ocupava o cargo de ministro da Justiça do governo Dilma, o advogado José Eduardo Cardozo vazava informações sigilosas sobre as  investigações policiais para empreiteiros envolvidos no escândalo.
Os advogados de Delcídio do Amaral não quiseram comentar o caso. A defesa de Lula tem repetido que ele é inocente. Recentemente, o ex-presidente lançou cartilha em quatro idiomas em que se apresenta como alvo “da mais violenta campanha de difamação da história do país”.
veja

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Polícia Federal cumpre 18 mandados de apreensão na sede do Idema

Idema ressaltou que “está contribuindo prontamente com o processo investigativo face às empresas listadas na operação”


Por Redação
O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) foi alvo da Operação Hymenaea, na manhã desta quinta-feira (14). Na sede do órgão, a Polícia Federal cumpriu 18 mandados apreensão.
Através de nota, o Idema ressaltou que “está contribuindo prontamente com o processo investigativo face às empresas listadas na operação”.
Segundo a Polícia Federal, o grupo atuava extraindo madeira ilegalmente das reservas indígenas, “que era esquentada por meio de documentação fraudulenta para o transporte e retirada em áreas protegidas”.
“Um membro da quadrilha era o responsável por emitir documentos destinados a microempresas laranjas cadastradas como construtoras em pequenas cidades no interior do Rio Grande do Norte, sendo que o real objetivo da manobra era desviar a madeira para receptadores em todo o Nordeste brasileiro”, afirma a PF.
A PF afirma que o grupo fazia o corte seletivo de madeira nobre e espécies ameaçadas de extinção para “acobertar o crime sob a copa das árvores de menor valor monetário”.
A Operação Hymenaea combate um grupo ligado à extração e à comercialização de grandes quantidades de madeira ilegal proveniente da Terra Indígena Caru e da Reserva Biológica do Gurupi.
Confira a nota do Idema na íntegra:
Em relação à Operação Hymenaea, realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 14/7, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA, esclarece que atendeu ao cumprimento do mandado de busca e apreensão da 8º Vara Federal da Instância do Maranhão, disponibilizando 18 processos de empresas suspeitas de extrair e comercializar madeira ilegal proveniente de terras indígenas.
O IDEMA, como operador do sistema que monitora o transporte e armazenamento de produtos e subprodutos de vegetais de origem nativa, está contribuindo prontamente com o processo investigativo face às empresas listadas na operação.
Portal no Ar

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Operação Kapnós desbarata quadrilhas de falsificação de cigarros em vários estados - Em Natal, um homem foi preso em um hotel em Ponta Negra.


 Integrantes de duas quadrilhas que compravam cigarros falsificados e distribuíam em pelo menos sete estados do Nordeste foram presos, na manhã desta quinta-feira (07), em diversas cidades de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte. As ações fazem parte da Operação Kapnós, do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL). A coordenação operacional das atividades ficou por conta da Polícia Rodoviária Federal (PRF), integrante do Ministério da Justiça e Cidadania (MJ), que contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL).
Foram cumpridos 14 mandados de prisão e 29 de busca e apreensão, todos expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. Para o cumprimento das medidas cautelares, 100 agentes da PRF e 45 homens das Polícias Civil e Militar de Alagoas foram acionados. A operação está recolhendo centenas de caixas de cigarros falsificados, além de veículos de luxo, lanchas e jet-skis. Todos esses bens teriam sido comprados e colocados no nome de laranjas com o intuito de lavar o dinheiro adquirido com o comércio ilegal de cigarros.
Em Natal, a PRF cumpriu um mandado de prisão. Foi preso um homem de 30 anos que se encontrava hospedado em um hotel na praia de Ponta Negra. Na oportunidade foi apreendido também um veículo Santa Fé. O suspeito reside na cidade de Lauro de Freitas/BA.
Os presos da operação de hoje estão sendo levados para a Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), localizada no bairro da Santa Amélia, na capital. Já o material apreendido será encaminhado para a Academia de Polícia Militar de Alagoas, no Trapiche da Barra, também em Maceió.
COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA

De acordo com os levantamentos que vinham sendo realizados há quatro meses, as quadrilhas presas eram especializadas em comercializar cigarros falsificados, produzidos no Brasil, mas com selos de marcas paraguaias já bem aceitas no mercado nacional, como Eight, Gift, Bello e Meridian.

Segundo as informações coletadas, os revendedores compravam os produtos de fábricas clandestinas, localizadas, em sua maioria, na região Sul do país, e distribuíam para diversos centros de comércio no Nordeste.
Os dois bandos possuíam uma estrutura organizada, cujos integrantes exerciam papéis distintos. Existiam os fornecedores regionais, os estaduais, e os locais, fora os vendedores que comercializavam para o consumidor final.
Foram justamente dois desses vendedores, que vendiam cigarros falsificados no Mercado da Produção e na Feira do Artesanato, no Centro da capital alagoana, que se tornaram o ponto de intersecção entre as organizações criminosas. Ora eles compravam a mercadoria de uma das quadrilhas, ora compravam da outra, o que tornou possível mapear os núcleos que sustentavam o esquema criminoso.
KAPNÓS

Kapnós é uma palavra de origem grega que significa tabaco e, que por sua vez, remete a fumaça. Na operação, ela tem duplo sentido. Faz referência ao produto alvo das investigações e a fumaça tóxica resultante do gás emitido pela combustão dos componentes químicos do produto. Como o cigarro é produzido de forma clandestina, sua confecção não obedece as regras sanitárias e higiênicas impostas pelos órgãos de fiscalização e controle.

O nome também tem sentido figurado, já que fumaça, metaforicamente, é um termo utilizado quando se quer falar que algo está sendo encoberto. Nesse caso, os levantamentos realizados indicam que as manobras feitas pelas quadrilhas tentam esconder a origem ilícita do dinheiro e dos bens.
Portal BO