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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Mãe e filha são assaltadas na porta de casa em Nova Parnamirim
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Lutador de MMA é morto em lanchonete na Ayrton Senna
Outro lutador de MMA foi assassinado na noite dessa terça-feira (11) em uma lanchonete de açaí na avenida Ayrton Senna, em Nova Parnamirim. Guilherme Matos Rodrigues, 30 anos, estava com um grupo de amigos que treinavam com ele quando foi atingido por diversos disparos de pistola calibre 380. A vítima ainda foi socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de hoje (12).
Reprodução/Facebook
O lutador Guilherme Matos Rodrigues foi assassinado enquanto estava com lutadores que treinavam na mesma academia
De acordo com policiais militares do 5º Batalhão, era por volta das 22h quando dois homens se aproximaram em uma moto, um deles estava encapuzado, desceu e efetuou os disparos. Após atirar a dupla fugiu com destino ignorado. Segundo populares, cerca de dez tiros atingiram o lutador.
Guilherme chegou a ser socorrido por uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao pronto-socorro Clóvis Sarinho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 4h de hoje.
De acordo com a Delegacia de Plantão da Zona Sul, Guilherme respondia a um processo criminal, mas não foi especificado qual seria o crime. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Guilherme Matos Rodrigues é acusado, junto com Flávio Múcio Montoril de Lima, em processo por furto qualificado na comarca de Ceará-Mirim.
A 2ª Delegacia de Polícia de Parnamirim ficará responsável pela investigação do caso.
Segundo lutador morto nesta semana
saiba mais
Na última segunda-feira (10), o professor e lutador de MMA Luiz de França Souza Trindade foi morto em frente à academia onde trabalhava, na rua Serra da Jurema, em Cidade Satélite. De forma semelhante, dois homens em uma motocicleta se aproximaram do local, por volta das 10h, e um deles disparou contra Luiz e Aldemir Júnior, outro instrutor da mesma academia, que foi baleado na perna. De acordo com o delegado Sílvio Fernando Nunes Silva, responsável pelas investigações, o principal suspeito é o policial militar Iranildo Félix de Souza, que teria sido expulso da academia onde Luiz trabalhava por comportamento agressivo.
TN
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Greve de aeroportuários deve causar atrasos em voos do Augusto Severo
Aeroportuários do Augusto Severo, em Parnamirim, estão em greve durante esta quarta (31)
Os funcionários do Aeroporto Internacional Augusto Severo do Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos (Sina) estão em greve durante esta quarta-feira (31), assim como em outros 61 aeroportos do país administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). De acordo com o representante do sindicato em Natal, Leny Dantas, apenas 30% do efetivo trabalhará, o que deve causar atrasos de voos. Leny disse que os serviços operacionais e de manutenção serão atingidos pela paralisação.
Segundo o representante do Sina em Natal, a redução no número de trabalhadores ocorre somente hoje, e amanhã, 1º de agosto, os serviços voltam ao normal. Ele afirma que a greve é contra a privatização de grandes aeroportos e a Infraero alegar escassez de recursos para aplicar os 7% de reajuste pedido pelos trabalhadores.
A paralisação atinge grandes aeroportos como o de Confins, da Pampulha (Belo Horizonte), de Congonhas (São Paulo), Afonso Pena (Curitiba), de Porto Alegre, Santos Dumont e do Galeão (RJ). A lista de todos os aeroportos participantes da greve pode ser consultada aqui.
Em abril o sindicato entregou uma extensa pauta de reivindicação à Infraero, que incluía questões econômicas, benefícios, segurança e medicina do trabalho, entre outras melhorias para a categoria. O Sina pede além da reposição salarial, um aumento de 9,5% e a elevação em um padrão da tabela de salários para todos os aeroportuários.
Segundo o sindicato, os reajustes salariais ofertados pela Infraero são "infinitamente menores" aos 26% dados aos cargos de direção da empresa. Apesar de a Infraero apresentar uma contraproposta, na qual concorda com mais de 70 das cláusulas dos trabalhadores, de acordo com Leny Dantas, a oferta para reajuste salarial é de 6,49% e benefícios como auxílio-creche, material escolar e auxílio-funeral também causam impasse nas negociações.
Em nota, a Infraero diz que respeita a manifestação dos seus empregados e entidades trabalhistas e que tem um plano de contingenciamento "para ser aplicado em caso de necessidade". O plano inclui o remanejamento de empregados, tanto do quadro administrativo como de escala. A intenção é reforçar as equipes nos horários de maior movimento de passageiros e aeronaves, envolvendo ainda os demais agentes que atuam nos aeroportos.
Segundo a Infraero, os salários dos empregados estão em dia e a empresa "ainda negocia com o sindicato para chegar a um acordo coletivo que atenda aos interesses do corpo funcional e da Infraero". A nota também desmente a informação de que há salários atrasados e redução de benefícios.
De acordo com Leny Dantas, representante do Sina em Natal, uma nova rodada de negociações entre a diretoria nacional do sindicato e a Infraero, está marcada para hoje, às 14h, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
Com informações da Agência Brasil
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
Assassino que matou mãe e filha em Nova Parnamirim foi preso na manhã desta quarta-feira (16) no Novo Amarante em São Gonçalo
Jardineiro João Batista Caetano (foto), o monstro de Nova Parnamirim foi preso em São Gonçalo do Amarante.
A Polícia Civil prendeu o jardineiro João Batista Caetano, esta manhã (16), em São Gonçalo do Amarante enquanto ele tomava café da manhã em sua residência. Ele confessa ser o autor do duplo homicídio, de mãe e filha, ocorrido em Nova Parnamirim, na terça-feira (8) e diz ter feito por ódio as vítimas. “Elas me humilhavam muito”.
Versão contestada pelo delegado titular da Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), Correia Júnior. Para ele crime foi um latrocínio (roubo seguido de morte) premeditado.
Além de João, sua esposa, a Marlene Eugênio Gomes; a nora, Danúzia de Freitas Valcácio; e outros dois enteados adolescentes, de 13 e 16 anos, foram presos acusados de participação no crime.
Em seu depoimento João disse que naquele dia foi até a casa das vítimas para matar mãe e filha e que já havia tentado em outra oportunidade, há pouco mais de um mês, mas que naquela vez as vítimas não deixaram ele entrar na residência.
Na manhã da terça-feira (8), ele foi até a casa, acompanhado de sua esposa e um enteado, de 13 anos, mas apenas Olga Cruz estava lá. “A gente discutiu e ela partiu pra cima de mim, aí eu vi a faca e a matei”. De acordo com a perícia do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep), Olga sofreu mais de 50 golpes de faca.
E é a partir desse ponto que a versão do “ódio” muda. João ficou na residência com sua esposa, e enteado esperando Tatiana e a criança de 10 anos chegarem para almoçar. Ele escondeu o corpo de Olga e no momento que mãe e filha chegaram em casa no carro, foram abordadas por ele.
“O corte no dedo de Tatiana foi porque ela tentou tomar a faca de mim e pegou na lâmina e quando eu puxei cortou. Consegui amarrar ela sem dificuldade por apelo da filha dela, que pediu para que a Tatiana não reagisse”.
Segundo o delegado Correia Júnior, a intensão do jardineiro era roubar os cartões e fazer a vítima revelar a senha da conta bancária, o que de fato conseguiu a torturando. Policiais da DCA ainda revelaram que ao ver a mãe sendo esfaqueada, a criança pediu para que ele não a matasse da mesma forma, mas que desse veneno para ela morrer.
“Não ia matar a criança, até mesmo porque tenho uma filha com o mesmo nome e fiquei com pena, mas a sufoquei com um travesseiro e ela desmaiou”, disse João. Segundo o delegado, as marcas no pescoço da criança não foram de esganadura, mas sim do pé de Marlene se certificando que a criança também estava morta.
Após os homicídios, o casal e o adolescente fugiram no carro de Tatiana, levando vários objetos de valor, recuperados hoje pela manhã no momento da prisão. Minutos depois do crime a criança acorda e sai de casa em um patinete.
Correia enfatizou que a gravação das câmeras de segurança da casa, divulgada no dia do crime, não mostra em nenhum momento o acusado, apenas a criança saindo de casa com o patinete.
João ainda contou que após sair da casa das vítimas, jogou a faca usada no crime em um córrego, na antiga favela do Japão, bairro das Quintas, Zona Oeste de Natal. Hoje os policiais estiveram no local apontado por ele, mas não encontraram a faca.
De posse do cartão e senha de Tatiana, João foi a um caixa eletrônico no Alecrim, acompanhado pela esposa, nora e seus dois enteados, todos no carro da vítima, e sacou cerca de 500 reais da conta bancária de Tatiana. Logo após o saque Danuzia destrói o cartão para dificultar as investigações da Polícia.
Nos dias que se sucedem ele muda de endereço, sai de Felipe Camarão e vai morar em São Gonçalo do Amarante, temendo ser preso. “Eu acompanhava as reportagens que saiam sobre o caso e fiquei aliviado em saber que a criança não tinha morrido”, pontuou.
O carro foi encontrado na madrugada da quinta-feira (10), abandonado, próximo a um rio em São Gonçalo do Amarante.
A Polícia Civil prendeu o jardineiro João Batista Caetano, esta manhã (16), em São Gonçalo do Amarante enquanto ele tomava café da manhã em sua residência. Ele confessa ser o autor do duplo homicídio, de mãe e filha, ocorrido em Nova Parnamirim, na terça-feira (8) e diz ter feito por ódio as vítimas. “Elas me humilhavam muito”.
Versão contestada pelo delegado titular da Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), Correia Júnior. Para ele crime foi um latrocínio (roubo seguido de morte) premeditado.
Além de João, sua esposa, a Marlene Eugênio Gomes; a nora, Danúzia de Freitas Valcácio; e outros dois enteados adolescentes, de 13 e 16 anos, foram presos acusados de participação no crime.
Em seu depoimento João disse que naquele dia foi até a casa das vítimas para matar mãe e filha e que já havia tentado em outra oportunidade, há pouco mais de um mês, mas que naquela vez as vítimas não deixaram ele entrar na residência.
Na manhã da terça-feira (8), ele foi até a casa, acompanhado de sua esposa e um enteado, de 13 anos, mas apenas Olga Cruz estava lá. “A gente discutiu e ela partiu pra cima de mim, aí eu vi a faca e a matei”. De acordo com a perícia do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep), Olga sofreu mais de 50 golpes de faca.
E é a partir desse ponto que a versão do “ódio” muda. João ficou na residência com sua esposa, e enteado esperando Tatiana e a criança de 10 anos chegarem para almoçar. Ele escondeu o corpo de Olga e no momento que mãe e filha chegaram em casa no carro, foram abordadas por ele.
“O corte no dedo de Tatiana foi porque ela tentou tomar a faca de mim e pegou na lâmina e quando eu puxei cortou. Consegui amarrar ela sem dificuldade por apelo da filha dela, que pediu para que a Tatiana não reagisse”.
Segundo o delegado Correia Júnior, a intensão do jardineiro era roubar os cartões e fazer a vítima revelar a senha da conta bancária, o que de fato conseguiu a torturando. Policiais da DCA ainda revelaram que ao ver a mãe sendo esfaqueada, a criança pediu para que ele não a matasse da mesma forma, mas que desse veneno para ela morrer.
“Não ia matar a criança, até mesmo porque tenho uma filha com o mesmo nome e fiquei com pena, mas a sufoquei com um travesseiro e ela desmaiou”, disse João. Segundo o delegado, as marcas no pescoço da criança não foram de esganadura, mas sim do pé de Marlene se certificando que a criança também estava morta.
Após os homicídios, o casal e o adolescente fugiram no carro de Tatiana, levando vários objetos de valor, recuperados hoje pela manhã no momento da prisão. Minutos depois do crime a criança acorda e sai de casa em um patinete.
Correia enfatizou que a gravação das câmeras de segurança da casa, divulgada no dia do crime, não mostra em nenhum momento o acusado, apenas a criança saindo de casa com o patinete.
João ainda contou que após sair da casa das vítimas, jogou a faca usada no crime em um córrego, na antiga favela do Japão, bairro das Quintas, Zona Oeste de Natal. Hoje os policiais estiveram no local apontado por ele, mas não encontraram a faca.
De posse do cartão e senha de Tatiana, João foi a um caixa eletrônico no Alecrim, acompanhado pela esposa, nora e seus dois enteados, todos no carro da vítima, e sacou cerca de 500 reais da conta bancária de Tatiana. Logo após o saque Danuzia destrói o cartão para dificultar as investigações da Polícia.
Nos dias que se sucedem ele muda de endereço, sai de Felipe Camarão e vai morar em São Gonçalo do Amarante, temendo ser preso. “Eu acompanhava as reportagens que saiam sobre o caso e fiquei aliviado em saber que a criança não tinha morrido”, pontuou.
O carro foi encontrado na madrugada da quinta-feira (10), abandonado, próximo a um rio em São Gonçalo do Amarante.
Fonte: nominuto.com
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