O pedido de apuração se baseou em reportagem do Estado que revelou o envio de 4,8 milhões de panfletos da campanha petista em São Paulo sem chancela – selo de controle que permite conferir a quantia de material enviado. O PSDB incluiu na representação um vídeo, também revelado pelo Estado, no qual o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) diz que Dilma só aumentou suas intenções de voto em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios” atuando na campanha.
Robson Pires
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014
MP dá prazo de 30 dias para Dilma explicar eventual uso dos Correios
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sábado, 4 de outubro de 2014
PESQUISA IBOPE DIVULGADA NESTE SÁBADO, DIA 4 DE OUTUBRO DE 2014 - 2º TURNO: Aécio atinge 27% e Marina cai para 24%, segundo Ibope; Dilma tem 46%
Segundo o instituto, Aécio está pela primeira vez numericamente à frente de Marina, mas empatado tecnicamente, não sendo assim possível dizer qual dos dois vai para o segundo turno com Dilma.
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Pela 1ª vez Aécio Neves ultrapassa Marina Silva; Dilma mantém a liderança, aponta pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (4/10/2014)
É a primeira vez que tucano ultrapassa socialista desde que ela entrou na disputa; a vantagem é de 2,6 pontos percentuais
A atual presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, continua na liderança na corrida ao Palácio do Planalto, com 40,6% das intenções de voto, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (4). A novidade é a virada de Aécio Neves, o candidato do PSDB, sobre Marina Silva (PSB). Ele marca 24% e ela tem 21,4%.
No levantamento anterior do instituto, Dilma tinha 40,4%, Marina, 25,2% e Aécio, 19,8%. É a primeira vez que o tucano aparece na frente da socialista desde que ela entrou na disputa eleitoral.
Neste levantamento, Luciana Genro (PSol) aparece na quarta colocação, com 1,1% das intenções de voto, seguida por Pastor Everaldo (PSC) com 0,8% e Levy Fidelix (PRTB) com 0,5%. Os outros candidatos pontuam 0,6%. Brancos e nulos somam 5,2% e 5,8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Na contagem dos votos válidos, ou seja, excluindo votos brancos e nulos, Dilma Rousseff tem 45,6%; Aécio Neves, 27% e Marina, 24,1%.
Segundo turno
O instituto também perguntou aos entrevistados em quem eles vão votar no segundo turno e simulou cenários com os três principais candidatos. A presidente leva vantagem nas duas disputas. Contra o tucano, a petista tem vantagem de 5,2 pontos percentuais - 46% contra 40,8%. Brancos e nulos totalizam 9,7% e outros 3,5% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
No segundo cernário, Dilma tem 47,6% contra 37,9% de Marina. Brancos e nulos representam 11,1% e 3,4% não sabem ou não responderam.
Se o embate for entre Aécio e Marina, o tucano teria 43% dos votos, segundo a pesquisa, contra 37,1% da adversária, somando, assim, 5,9 pontos de vantagem. Para 15,7% dos entrevistados o voto seria branco ou nulo e 4,2% não sabem ou não responderam.
Foram entrevistados 2.002 eleitores entre 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa está registrada sob o número BR-01032/2014 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Na contagem dos votos válidos, ou seja, excluindo votos brancos e nulos, Dilma Rousseff tem 45,6%; Aécio Neves, 27% e Marina, 24,1%.
IG
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Pesquisa Sensus: Dilma tem 37,3%, Marina, 22,5%, e Aécio, 20,6%
Pesquisa Sensus realizada entre a última terça-feira, 30 de setembro, e esta sexta-feira (3), mostra um empate técnico entre Marina Silva e Aécio Neves no primeiro turno. A disputa é liderada pela candidata do PT, Dilma Rousseff, com 37,3% das intenções de voto. Marina tem 22,5% e Aécio, 20,6%. No levantamento anterior, realizado entre os dias 21 e 26 de setembro, Dilma tinha 35,1%, Marina, 25% e Aécio, 20,7%.
Na simulação de um segundo turno entre Dilma e Marina, a presidente aparece com 44% e a candidata do PSB, com 37,6%. No embate entre Dilma e Aécio, a petista tem 45,8% e o tucano, 36 9%. Em ambas as simulações, a presidente ampliou a diferença sobre o adversário em relação à pesquisa anterior.
Na simulação de um segundo turno entre Dilma e Marina, a presidente aparece com 44% e a candidata do PSB, com 37,6%. No embate entre Dilma e Aécio, a petista tem 45,8% e o tucano, 36 9%. Em ambas as simulações, a presidente ampliou a diferença sobre o adversário em relação à pesquisa anterior.
Pastor Everaldo (PSC) tem 1,1%, enquanto Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOL) têm 0,9% cada. Os votos em branco, nulos e os que não responderam são 16,4%. A pesquisa encomendada pela revista IstoÉ ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 00918/2014.
Robson Pires
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Dilma e Aécio polarizam debate eletrizante na TV
Os candidatos à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) se cumprimentam antes do debate promovido pela Globo, no Rio - Ivan Pacheco/VEJA.com
O último debate na televisão entre os candidatos à Presidência da República antes das eleições, realizado pela TV Globo, foi eletrizante. Houve de tudo: embates diretos entre os principais presidenciáveis – Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) –, momentos de nervosismo explícito e de humor, dobradinhas entre candidatos e até um tenso confronto entre nanicos.
O resultado da mais recente pesquisa do Datafolha, segundo a qual Aécio segue crescendo e empatou tecnicamente com Marina no segundo lugar, também ditou as estratégias dos candidatos: Dilma e o tucano travaram os confrontos mais explosivos. Líder nas pesquisas, Dilma teve de responder várias vezes – e se enrolou devido à já conhecida dificuldade com os microfones – sobre escândalos de corrupção que assolam a Petrobras. Logo na primeira resposta, feita por Luciana Genro, do PSOL, a petista deu uma resposta de difícil – e intrigante – interpretação: "Ninguém está acima da corrupção, todo mundo pode cometer, as instituições que devem investigar".
O resultado da mais recente pesquisa do Datafolha, segundo a qual Aécio segue crescendo e empatou tecnicamente com Marina no segundo lugar, também ditou as estratégias dos candidatos: Dilma e o tucano travaram os confrontos mais explosivos. Líder nas pesquisas, Dilma teve de responder várias vezes – e se enrolou devido à já conhecida dificuldade com os microfones – sobre escândalos de corrupção que assolam a Petrobras. Logo na primeira resposta, feita por Luciana Genro, do PSOL, a petista deu uma resposta de difícil – e intrigante – interpretação: "Ninguém está acima da corrupção, todo mundo pode cometer, as instituições que devem investigar".
A estratégia da petista para revidar não poderia ser diferente: repisou o ataque antigo – que funcionou desde 2006 – de dizer que o PSDB de Aécio sempre quis privatizar a Petrobras e os bancos públicos. O tucano devolveu mantendo a crise da Petrobras em tela: "Faltou a senhora explicar quais foram os relevantes serviços prestados pelo diretor Paulo Roberto Costa". Aécio falava do delator do petrolão, o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que aceitou um acordo de delação premiada para deixar a cadeia e entregar uma constelação de políticos e partidos que orbitam o governo federal.
Dilma também foi emparedada duas vezes sobre a afirmação feita no debate anterior, da TV Record, quando disse ter demitido Paulo Roberto Costa. Segundo os documentos, Paulo Roberto renunciou ao cargo. Dilma disse que todo servidor público tem a oportunidade de abandonar o cargo antes em caso de demissão -- mas não explicou porque ele foi elogiado ao deixar o posto.
A dois dias das eleições – o debate começou na noite de quinta-feira, mas terminou na madrugada de sexta –, alguns acenos também puderam ser facilmente flagrados – o que não significa nenhuma novidade em debates. O caricato candidato do PV, Eduardo Jorge, ajudou Dilma a esfriar o debate no momento mais tenso para ela, no primeiro bloco. A petista questionou Jorge sobre o Pronatec, programa do governo federal voltado ao ensino técnico. O debate gelou. No segundo bloco, quando os temas foram estipulados por sorteio, Jorge deveria questionar a petista sobre corrupção, mas a pergunta foi: “O que você acha da lei que mata mulheres?”. Ele falava sobre o aborto. Ela falou sobre o que quis.
O tucano Aécio Neves trocou confortáveis perguntas com Pastor Everaldo, do PSC, abordando o uso político dos Correios para distribuir material de campanha do PT e barrar material do PSDB nestas eleições e a corrupção na Petrobras. Everaldo também teve a oportunidade de apontar seu rival para responder a uma pergunta sobre a Previdência, mas escolheu Aécio e o questionou sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – o mediador chamou a atenção. Nas considerações finais. Everaldo lembrou o triste episódio no qual Dilma defendeu na Assembleia Geral da ONU a necessidade de diálogo com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), responsável por decapitar pessoas no Oriente Médio.
Mais uma vez apagada – exceção a um vistoso broche com seu número na urna –, Marina Silva apostou em duas linhas: inicialmente, lançou a promessa de pagar 13º salário aos beneficiários do programa Bolsa Família. Depois, tentou chamar Dilma para o confronto aberto: "Você não cumpriu seus compromissos de campanha e a corrupção foi varrida para debaixo do tapete. Você tem o projeto contra corrupção, mas não regulamentou. Houve uma ‘demissão premiada’ no caso da Petrobras?". Dilma devolveu: "Vamos colocar os pingos nos is. O diretor nomeado por você no Ibama foi afastado no meu governo por crime de desvio de recursos. E eu não saí por aí dizendo que você sabia disso. Esse diretor nós investigamos e prendemos", afirmou, em referência ao período em que as duas eram ministras do governo Lula.
Com as eleições nos estados encaminhadas, Aécio fez um aceno duplo: aproveitou para falar do "amigo" Geraldo Alckmin (PSDB), favorito à reeleição no primeiro turno em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, e citou nominalmente seu candidato ao governo mineiro, Pimenta da Veiga (PSDB), que corre o risco de perder a eleição para PT já no domingo.
Nanicos – Eduardo Jorge e Luciana Genro aproveitaram o debate para fuzilar o folclórico Levy Fidelix (PRTB), conhecido candidato do Aerotrem, sobre a fala homofóbica no debate da Record, quando ligou homossexualidade a pedofilia. Jorge e Luciana sugeriram que Fidelix "pedisse perdão" pelas declarações. "Você só falou o que falou porque não há lei que torne homofobia crime. Você deveria sair daquele debate algemado, direto para cadeia", disse a candidata do PSOL. "O senhor envergonhou o Brasil", afirmou Jorge. Fidelix se defendeu dizendo que os rivais "fazem apologia às drogas" e ao aborto. Mas sobraram provocações, dedo em riste e tensão.
vejaDilma também foi emparedada duas vezes sobre a afirmação feita no debate anterior, da TV Record, quando disse ter demitido Paulo Roberto Costa. Segundo os documentos, Paulo Roberto renunciou ao cargo. Dilma disse que todo servidor público tem a oportunidade de abandonar o cargo antes em caso de demissão -- mas não explicou porque ele foi elogiado ao deixar o posto.
A dois dias das eleições – o debate começou na noite de quinta-feira, mas terminou na madrugada de sexta –, alguns acenos também puderam ser facilmente flagrados – o que não significa nenhuma novidade em debates. O caricato candidato do PV, Eduardo Jorge, ajudou Dilma a esfriar o debate no momento mais tenso para ela, no primeiro bloco. A petista questionou Jorge sobre o Pronatec, programa do governo federal voltado ao ensino técnico. O debate gelou. No segundo bloco, quando os temas foram estipulados por sorteio, Jorge deveria questionar a petista sobre corrupção, mas a pergunta foi: “O que você acha da lei que mata mulheres?”. Ele falava sobre o aborto. Ela falou sobre o que quis.
O tucano Aécio Neves trocou confortáveis perguntas com Pastor Everaldo, do PSC, abordando o uso político dos Correios para distribuir material de campanha do PT e barrar material do PSDB nestas eleições e a corrupção na Petrobras. Everaldo também teve a oportunidade de apontar seu rival para responder a uma pergunta sobre a Previdência, mas escolheu Aécio e o questionou sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – o mediador chamou a atenção. Nas considerações finais. Everaldo lembrou o triste episódio no qual Dilma defendeu na Assembleia Geral da ONU a necessidade de diálogo com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), responsável por decapitar pessoas no Oriente Médio.
Mais uma vez apagada – exceção a um vistoso broche com seu número na urna –, Marina Silva apostou em duas linhas: inicialmente, lançou a promessa de pagar 13º salário aos beneficiários do programa Bolsa Família. Depois, tentou chamar Dilma para o confronto aberto: "Você não cumpriu seus compromissos de campanha e a corrupção foi varrida para debaixo do tapete. Você tem o projeto contra corrupção, mas não regulamentou. Houve uma ‘demissão premiada’ no caso da Petrobras?". Dilma devolveu: "Vamos colocar os pingos nos is. O diretor nomeado por você no Ibama foi afastado no meu governo por crime de desvio de recursos. E eu não saí por aí dizendo que você sabia disso. Esse diretor nós investigamos e prendemos", afirmou, em referência ao período em que as duas eram ministras do governo Lula.
Com as eleições nos estados encaminhadas, Aécio fez um aceno duplo: aproveitou para falar do "amigo" Geraldo Alckmin (PSDB), favorito à reeleição no primeiro turno em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, e citou nominalmente seu candidato ao governo mineiro, Pimenta da Veiga (PSDB), que corre o risco de perder a eleição para PT já no domingo.
Nanicos – Eduardo Jorge e Luciana Genro aproveitaram o debate para fuzilar o folclórico Levy Fidelix (PRTB), conhecido candidato do Aerotrem, sobre a fala homofóbica no debate da Record, quando ligou homossexualidade a pedofilia. Jorge e Luciana sugeriram que Fidelix "pedisse perdão" pelas declarações. "Você só falou o que falou porque não há lei que torne homofobia crime. Você deveria sair daquele debate algemado, direto para cadeia", disse a candidata do PSOL. "O senhor envergonhou o Brasil", afirmou Jorge. Fidelix se defendeu dizendo que os rivais "fazem apologia às drogas" e ao aborto. Mas sobraram provocações, dedo em riste e tensão.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
PSDB reúne provas para pedir cassação da candidatura de Dilma
Tucanos vão recorrer ao TSE e ao MP por investigação para que se apure se os Correios boicotaram deliberadamente envio de malotes de campanha de Aécio
Laryssa Borges, de Governador Valadares (MG)
O presidenciável Aécio Neves (PSDB) faz campanha em Minas ao lado de Pimenta da Veiga e Anastasia, candidatos ao governo e senado pelo Estado (Divulgação)
Depois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.
Os tucanos vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de investigação judicial eleitoral e ao Ministério Público Federal para que as duas instituições apurem se os Correios boicotaram deliberadamente o envio de malotes de campanha de Aécio como forma de favorecer a presidente-candidata na corrida presidencial.
As denúncias levantadas pelos tucanos levam em conta depoimentos de eleitores que não receberam material de campanha de Aécio mesmo após o candidato ter contratado o serviço, no dia 25 de agosto. Neste contrato, estava prevista a distribuição de 5.634.000 santinhos de Aécio no interior de Minas, base de apoio do candidato e colégio eleitoral considerado prioritário para a candidatura tucana. Pelo documento, os kits de campanha deveriam ser entregues até o dia 10 de setembro e, em alguns casos, a 100% da população de cidades pequenas e médias em Minas, como o município de Esmeraldas, com cerca de 60.000 habitantes.
O corpo jurídico da campanha de Aécio já conseguiu mapear pelo menos 1.000 endereços, contratados como destino dos malotes pelo tucano, em que eleitores confirmam que não receberam qualquer material de campanha do PSDB. A campanha reúne depoimentos e dados pessoais dos eleitores supostamente lesados pelos Correios, para embasar os pedidos de cassação dos registros de candidatura. De acordo com o candidato Aécio Neves, que cumpriu agenda nesta quarta-feira nas cidades de Mogi das Cruzes (SP), Juiz de Fora (MG) e Governador Valadares (MG), uma das provas seria a afirmação dos Correios de que poderiam “reenviar” o material. Para ele, isso seria a admissão de que a empresa pública reteve os kits de campanha e não os distribuiu aos eleitores, conforme contratado. Com base nesses indícios, a campanha do PSDB aponta que já existem evidências de abuso de poder político e econômicos, desvio da autoridade dos Correios e utilização de empresa pública em benefício de partidos e candidatos.
Antes de carreata na cidade de Governador Valadares, Aécio insinuou que as suspeitas de uso político dos Correios são como um novo capítulo de um grande esquema de desvirtuamento de instituições públicas, a exemplo do que já aconteceu com a descoberta de um esquema milionário de corrupção na Petrobras. “As denúncias em relação à utilização da empresa dos Correios são extremamente graves. Estamos recebendo centenas de denúncias. Se se comprovar isso, é um crime sem precedentes na história política de Minas”, disse.
“É um escândalo. Agora são os Correios. Antes era a Petrobras”, criticou o candidato do PSDB ao governo de Minas. O tucano, que foi ministro das Comunicações no governo FHC e, portanto, hierarquicamente superior aos Correios, disse que há evidências de “uso despudorado” da empresa pública para fins eleitorais.
O tom das acusações do PSDB sobre a estatal subiu após divulgação de vídeo, pelo jornal O Estado de S. Paulo, em que o deputado estadual Durval Ângelo (MG) diz que a presidente-candidata Dilma Rousseff só chegou à liderança nas intenções de voto porque “tem dedo forte dos petistas nos Correios”. “Não basta fazerem o que fizeram na Petrobras. Essa forma de governar do PT, se apropriando do Estado como se fosse seu patrimônio, tem que ser encerrada e os responsáveis exemplarmente punidos”, afirmou Aécio em agenda na cidade de Juiz de Fora.
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Justiça Eleitoral: confira o que fica proibido de quinta a domingo
Com a proximidade do primeiro turno das eleições no domingo (5), a Justiça Eleitoral tem algumas regras que não podem ser esquecidas por candidatos, partidos políticos e coligações. Segundo a Lei Eleitoral, amanhã (2) é o último dia para a exibição da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. É também o prazo final para os candidatos fazerem reuniões públicas de campanha, comícios e para a utilização de aparelhagem de som fixa, entre as 8h e a meia-noite. Quinta-feira também é a data limite para a realização de debates políticos na televisão ou no rádio. Debates iniciados no dia 2 podem se estender, no máximo, até as 7h do dia 3 de outubro. Também até amanhã, partidos políticos e coligações terão que indicar à Justiça Eleitoral o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e delegados de partido que estarão habilitados a acmpanhar os trabalhos de votação.
Sexta-feira (3) será a data limite para que se faça a divulgação paga, na imprensa escrita, a reprodução na internet do jornal impresso, de propaganda eleitoral. Ainda nesta sexta-feira, os presidentes de mesa que não tiverem recebido o material destinado à votação deverão comunicar a falha ao juiz eleitoral. No sábado (4), termina a propaganda eleitoral com uso de alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8h e as 22h. Carreatas, caminhadas, passeatas e a distribuição de material gráfico também só poderão ser feitos até as 22h deste sábado.
Desde terça-feira (30), até 48 horas depois do encerramento da votação, nenhum eleitor pode ser preso ou detido, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou ainda por desrespeito a salvo-conduto. A proibição de prisão de candidatos está em vigor desde o último dia 20. No entanto, quem concorre a cargo eletivo pode ser detido ou preso em caso de flagrante delito. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a competência para proibir a venda de bebidas alcoólicas no dia da votação é da Secretaria de Segurança Pública de cada estado, município ou do Distrito Federal.
Robson Pires
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Alckmin lidera disputa em SP com 55%, aponta Datafolha
Geraldo Alckimin, Paulo Skaf e Alexandre Padilha (Divulgação/VEJA)
Atual governador aparece bem à frente dos principais adversários e venceria no primeiro turno. Paulo Skaf (PMDB) tem 16% e Alexandre Padilha (PT), 5%
O atual governador de São Paulo e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB) segue liderando com folga a corrida eleitoral pelo Palácio dos Bandeirantes. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, o tucano tem 55% das intenções de voto, resultado que garantiria a vitória no primeiro turno. Em segundo, aparece o candidato do PMDB, Paulo Skaf, com 16%. O petista Alexandre Padilha está em terceiro lugar, com 5%. Votos brancos e nulos somam 12% e 7% dos entrevistados não sabem em quem votar. Os números são quase iguais aos do último levantamento do instituto. Em 17 de julho, Alckmin tinha 54%, Skaf, 16%, e Padilha, 4%.
Em comparação com o levantamento anterior, realizado há um mês, o tucano cresceu apenas 1% nas intenções de voto. Já o candidato do PMDB, Paulo Skaf, manteve o mesmo patamar, 16%. O petista Alexandre Padilha oscilou apenas um ponto acima. Antes, com 4%, aparece nesta análise com 5% dos votos válidos.
Mudança mais significativa aconteceu entre os indecisos. Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de julho, brancos e nulos somavam 17%. Nesta análise, 12%. Já entre os eleitores que afirmaram não sabem em que votar, o percentual caiu três pontos, de 10% para 7%.
Leia também: O que pensam os candidatos ao governo de São Paulo
Apesar da liderança folgada de Alckmin, o Datafolha testou um cenário de segundo turno entre o tucano e Paulo Skaf. Na projeção, Alckmin venceria o candidato do PMDB por 63% a 26%. A pesquisa também apontou a taxa de rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Alexandre Padilha lidera com 28%. Skaf, com 20%, e Alckmin, com 19%, estão tecnicamente empatados. No mesmo levantamento, o Datafolha perguntou sobre a avaliação ao atual governador de São Paulo. Para 47%, o governo de Alckmin no Estado é bom ou ótimo. Outros 36% consideram regular. E para 14%, o governador é ruim ou péssimo.
A pesquisa Datafolha ouviu 2.045 eleitores em 56 municípios, entre os dias 12 e 13 de agosto. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.
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Leia também: O que pensam os candidatos ao governo de São Paulo
Apesar da liderança folgada de Alckmin, o Datafolha testou um cenário de segundo turno entre o tucano e Paulo Skaf. Na projeção, Alckmin venceria o candidato do PMDB por 63% a 26%. A pesquisa também apontou a taxa de rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Alexandre Padilha lidera com 28%. Skaf, com 20%, e Alckmin, com 19%, estão tecnicamente empatados. No mesmo levantamento, o Datafolha perguntou sobre a avaliação ao atual governador de São Paulo. Para 47%, o governo de Alckmin no Estado é bom ou ótimo. Outros 36% consideram regular. E para 14%, o governador é ruim ou péssimo.
A pesquisa Datafolha ouviu 2.045 eleitores em 56 municípios, entre os dias 12 e 13 de agosto. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.
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domingo, 9 de setembro de 2012
Wilma afirma que Hermano “não assusta” e vitória de Carlos Eduardo será no 1° turno
A presidente estadual do PSB, Wilma de Faria, candidata a
vice-prefeita na chapa de Carlos Eduardo Alves (PDT), afirmou nesta
manhã que o crescimento da candidatura de Hermano Morais, do PMDB, “não
assusta”, e que o resultado da última rodada de pesquisas, que aponta
queda do seu companheiro de chapa, pode ser um indicativo de que Carlos
deva estar mais presente em caminhadas pelos bairros de Natal.
As declarações da ex-governadora foram dadas em entrevista ao Jornal
de Hoje. Para Wilma de Faria, as pesquisas não revelam queda de Carlos
Eduardo, mas crescimento dos demais candidatos. “Não é questão de queda.
O que existe é que os demais candidatos começaram a fazer campanha e é
natural que haja um crescimento pequeno deles. Mas a tendência é que
Carlos cresça bastante nesse mês”, afirmou Wilma, apostando em vitória
no primeiro turno.
“Hoje, pelos votos válidos, Carlos está com mais de 60% de maioria”,
afirmou a ex-governadora, lembrando que em 2000, quando disputou a
reeleição para a prefeitura tendo como vice Carlos, venceu o pleito no
primeiro turno, com 64% dos votos válidos.
Indagada pela reportagem se o avanço do candidato do PMDB assusta,
Wilma disse que “não assusta” e que o crescimento do peemedebista já era
esperado. Contudo, segundo a ex-governadora, esse resultado pode ser um
alerta, para que a chapa Carlos/Wilma esteja mais presente nos bairros.
“Não assusta, não. Mas talvez seja orientação para que nós possamos
estar mais partícipes nas ruas, cada vez mais tendo contato com a
população”, avalia.
Ainda sobre o crescimento de Hermano, Wilma atribui ao fato de o
partido estar em mais evidência e com um trabalho maior de presença nas
ruas. “É natural. Porque é um partido maior, que está caminhando mais
nas ruas. Está mais em evidência. A gente já sabia que nós teríamos essa
situação, não só dele (Hermano) como dos demais candidatos”, destacou
Wilma, enfatizando que não apenas Hermano cresceu, mas o candidato do
PT, Fernando Mineiro. “Eu tenho certeza da vitoria de Carlos que, pela
minha experiência, pelo que vejo nas ruas de Natal, ganhará no primeiro
turno”, afirmou Wilma de Faria.
Fonte: Jornal de Hoje
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