sexta-feira, 17 de junho de 2016

Dívida de R$ 1,9 mil pode ter motivado assassinado de homem em São Gonçalo do Amarante


Otávio Alves de Lima Neto foi morto a facadas e teve o corpo queimado. Dois suspeitos foram presos



Por Redação
A Polícia Civil elucidou o caso do homem que foi assassinado e teve o corpo queimado, na semana passada, em São Gonçalo do Amarante. Foram presos Ricardo Bruno Lima de Souza, de 33 anos, e Antônio Carlos Nenna de Ávila, de 27 anos. A dupla é suspeita do crime que vitimou Otávio Alves de Lima Neto.
Ele foi assassinado com várias facadas dentro da própria casa. Depois, teve parte do corpo queimado. De acordo com o delegado Raimundo Rolim, a constatação foi feita depois de uma perícia com Luminol.
Vestígios de sangue foram encontrados na sala, cozinha e quarto da vítima. Além disso, duas camisas queimadas foram localizadas no quintal da residência utilizadas para a limpeza do chão.
Segundo o delegado, a motivação do crime seria uma dívida de Otávio com os suspeitos. Antônio Carlos morava com a vítima. Ele esteve na casa no início da madrugada do dia 8, mas só retornou no início da manhã.
Durante o período em Antônio Carlos esteve ausente, uma testemunha relatou que viu na frente do condomínio da vítima um homem alto, forte, “barrigudo”, usando capacete na cabeça, com luvas e uma pistola em uma das mãos. Vizinhos escutaram gritos naquela madrugada e foi avistado um veículo tipo “Saveiro, de cor branca”, durante a madrugada, entrando de ré na garagem da casa da vítima.
A polícia também apreendeu em poder de Ricardo Bruno um veículo Fiat Strada, cor branca, e um canivete com lâmina de 10cm, que foi reconhecido por parentes da vítima como pertencente a Otavio Neto, bem como dois capacetes e duas munições calibres 40 e 380.
Em depoimento, Ricardo Bruno e Antônio Carlos contaram que ambos estavam bebendo durante a madrugada do dia 8 e em dado momento saíram no veículo Strada para irem tirar um amigo do “prego” no bairro da Redinha, quando no percurso pararam num posto de combustíveis e compraram gasolina para levar até o colega que estava no “prego”.
O delegado Rolim já solicitou outras perícias nos veículos apreendidos. A prisão temporária dos suspeitos é de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 a pedido da autoridade policial para fins de conclusão das investigações no Inquérito Policial.
Portal no Ar

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