“Qualquer que tenha sido a motivação, precisamos urgentemente determinar as causas dessas mortes para definirmos formas eficientes de combater esses eventos”, disse Durval Franco, diretor da Coordenadoria de Administração Penitenciária do RN (Coape). “Me recuso a permitir que nosso trabalho se resuma a contar corpos e simplificar o que está ocorrendo nas unidades prisionais como guerra entre facções. É preciso aprofundar as investigações dentro e fora dos presídios para identificar mandantes e executores a fim de que paguem por seus crimes. A impunidade estimula e protege esses criminosos”, acrescentou.
Natural de Natal, Carlos Henrique foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão por ter assassinado uma mulher e por tentado matar uma amiga da vítima. Os crimes aconteceram em agosto de 2007 na Zona Norte da capital potiguar. Segundo a acusação do Ministério Público, Golinha atirou nas duas porque teria ouvido uma delas chamá-lo de otário.
Robson Pires
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