quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pesquisa questiona eficácia da maconha no tratamento da esclerose múltipla

Cânabis

Alguns estudos sugeriam o uso da cânabis no tratamento da esclerose múltipla 
Um estudo realizado na Universidade de Plymouth, no Reino Unido, aponta que a maconha não é eficaz no tratamento da esclerose múltipla. De acordo a pesquisa publicada no periódico The Lancet Neurology, o tetrahidrocarbinol (THC), principal componente da erva, não reduz a velocidade da progressão da doença. A conclusão é mais uma evidência em um debate que divide cientistas sobre o possível uso da cannabis no tratamento da esclerose múltipla.
existe um tratamento disponível para reduzir a velocidade da evolução da esclerose múltipla depois que ela se torna progressiva”, diz John Zajicek, integrante da equipe que realizou o estudo.
“Alguns experimentos de laboratório sugeriram que certos derivados de cannabis podem ser neuroprotetores, mas, no geral, nossa pesquisa não tem mostrado resultados favoráveis a esses experimentos.”


Esse não é o primeiro artigo publicado em uma importante revista científica questionando o uso da maconha para a esclerose múltipla. No final de 2012, um estudo publicado no britânico Drug And Therapeutics Bulletin, do grupo British Medical Journal (BMJ), já havia colocado em xeque a eficácia da substância.

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