Não teve recurso da prefeitura, foi transitado em julgado na última segunda-feira (29), e agora Inês é morta, é pagar ou pagar.
Como os atrasados vêm desde que o PCCV foi aprovado, em 1992, significa um impacto de muitos milhões no erário municipal para a folha de pessoal com cerca de 18 mil servidores.
Pode ser um conta, digamos assim, impagável, e deve ser feita uma negociação de valores.
É aguardar o capítulo final, dinheiro na conta, desse longuíssimo enredo.
Fonte: Abelhinha.com

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