Os cão da Redinha, tradição à 48 anos invadem os mangues na procura do ouro negro: a lama.
Ritual parecido com aqueles que à quase 5 mil anos antes de Cristo, homenageavam o deus grego do vinho Dioniso, os cão da Redinha se melam de lama e levam para as ruas a manifestação cênica do carnaval potiguar.
Os cão que anualmente surgem das profundezas do mangue à exatamente 48 anos anos, viraram tradição até os dias de hoje no carnaval da Redinha em Natal. E nesta terça-feira (21/02/2012), eles invadiram novamente as ruas estreitas e barulhentas do bairro, um dos mais antigos de Natal.
A festa começou por volta das 09 horas da manhã, onde num exército negro, todos pareciam iguais. De tridentes em mãos, chifres na cabeça, a pé, em cima de carros e de cavalos, participantes de todas as idades brincaram na festa do Momo no último dia oficial do carnaval 2012.
A alegria predominava nos gestos e nas atitudes.
Ritual parecido com aqueles que à quase 5 mil anos antes de Cristo, homenageavam o deus grego do vinho Dioniso, os cão da Redinha se melam de lama e levam para as ruas a manifestação cênica do carnaval potiguar.
Os cão que anualmente surgem das profundezas do mangue à exatamente 48 anos anos, viraram tradição até os dias de hoje no carnaval da Redinha em Natal. E nesta terça-feira (21/02/2012), eles invadiram novamente as ruas estreitas e barulhentas do bairro, um dos mais antigos de Natal.
A festa começou por volta das 09 horas da manhã, onde num exército negro, todos pareciam iguais. De tridentes em mãos, chifres na cabeça, a pé, em cima de carros e de cavalos, participantes de todas as idades brincaram na festa do Momo no último dia oficial do carnaval 2012.
A alegria predominava nos gestos e nas atitudes.


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