domingo, 27 de outubro de 2013

Enem 2013 - Estudantes vão em busca de nota para universidades




O primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começou sem grandes transtornos. Centenas de estudantes chegaram antecipadamente aos locais de provas. Em todo o Estado, 167.667 pessoas se inscreveram para fazer o exame, segundo dados do Ministério da Educação. O número é 28% maior do que o registrado em  2012, com 131.396 inscritos. No país, são mais de 7,1 milhões de candidatos inscritos.

Neste domingo serão aplicadas as  provas de linguagens e códigos, que abrange português e língua estrangeira (inglês ou espanhol) e de matemática, além da prova de redação. A duração máxima é de cinco horas e meia. Alguns estudantes como Flávia Miranda, de 25 anos, chegaram a partir das 8h ao Colégio Marista mesmo com horário de abertura dos portões marcado para as 11h. “É precaução. Estou muito confiante e prefiro esperar e fazer sem agitação”, disse a candidata ao curso de ciências contábeis, que veio de Guamaré.

Na terceira tentativa, o estudante de química Ralph Matthews da Silva, de 18 anos, estava confiante em poder a partir da nota do Enem migrar para o curso de Biociências. Ralph que já pe universitário considera o antigo modelo, o vestibular, mais avaliativo. “O Enem é mais vasto, mas também mais cansativo. O vestibular era menos exigente, se comparado, mas mais simples e direto”, comparou. Em dois dias os alunos respondem 180 questões de múltipla escolha, além da redação.

A estudante Ana Beatriz Brandão, 16 anos, é mais uma dos que farão a prova pela primeira vez, e “apenas por experiência, para conhecer a prova”. Ela cursa ainda o 2º ano do Ensino Médio.

Até o fechamento da edição não havia dados sobre faltosos. Em muitos locais de provas, havia retardatários.  No campus central do IFRN, estudantes lamentavam a chegada instantes após o fechamento dos portões.

Adriano Eduardo Alves, de 22 anos, foi um deles, chegou às 12h01 e não pode fazer as provas para qual se preparou durante todo o ano. “A sensação de frustração de ver que a minha dedicação foi em vão”, afirma ele que teve problemas com o trânsito para chegar ao local.

A estudante Adriana Paiva, de 28 anos, também enfrentou engarrafamento no trajeto da Zona Norte até o local de prova. “Saí de casa às 10h e peguei engarrafamento na Ponte de Igapó”, desabafou a candidata ao curso de fisioterapia. 

TN

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