Elke Maravilha vai voltar para a TV. Ela está gravando a série Canalhas, do canal pago GNT. Em entrevista ao jornal Diário de S. Paulo, a famosa disse que descarta a possibilidade de se aposentar.
— Na minha família, a gente se aposenta na hora de morrer. E aposentadoria é um perigo porque é um passo para enterrar a máquina.
Elke revelou também que aproveitou muito a vida que não se arrepende de nada. Inclusive, foi com as drogas que Elke afirma ter se conhecido melhor.
— Eu usei drogas, não fui usada por elas. Eu usei crack, que é uma substância perigosa, mas eu tive contato para conhecer. Eu, por exemplo, me conheci bastante com o LSD e com a ayahuasca também. Mas não fui usada, como eu disse.
Elke também falou de sexualidade. Apesar de admirar Daniela Mercury, ela disse, não entender a razão de a colocarem como uma heroína.
— Eu admiro a Mercury e bato palmas para ela. Mas é tão ridículo e atrasado a pessoa ser considerado herói quando assume o amor. Pelo amor de Deus. Não existe opção sexual. A mãe natureza faz o que a gente é. Ela faz heterossexuais para procriarem, os gays para fazerem arte e não procriarem tanto e todos fazemos parte dela. A moral não está no meio das pernas das pessoas.
Elke também aproveitou para comentar sobre o presidente da Comissão dos Direitos Humanos, Marco Feliciano.
— Coitado dele, né? Eu vivi desde pequena na roça, com boi e pato que eram gays, gente gay, É muita ignorância.

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