SÃO GONÇALO, MINHA TERRA
São Gonçalo, minha terra amada
pequena cidade que me viu nascer
tuas casas antigas, teus canaviais
onde está tudo isto que me viu crescer?
São Gonçalo, amo teu passado de belezas
teus carros de bois a gemer cheios de cana
tuas levadas, teus engenhos de açúcar
onde está a beleza que tanto te deu fama?
Onde está a juventude do meu tempo?
Onde estão os amigos tão amados?
Onde estão tuas festas tão bonitas?
Tudo se foi com o teu passado
Resta apenas a saudade amiga
Porque o mais, está tudo acabado
Saudades dos tempos que se foram
e que nunca mais virão.
São Gonçalo, 1969.
CAJUEIRO DA CRUZ
Cajueiro da Cruz cheio de lendas
Sempre cheio de velas e fitas
Onde o povo humilde se curvava
e ajoelhados ao teu tronco oravam
Eras um marco de uma antiga história
contavam que em tuas ramadas verdejantes
almas penadas faziam morada
para apavorar os viajantes
Cajueiro amigo, inocente e útil
onde os pássaros procuravam abrigo
acabaram tua tradição
mataram-te sem dó como inimigo
Tudo na vida tem o seu destino
você também sofreu o seu
nasceu, cresceu, foi respeitado
e com o correr do tempo
tornou-se pequenino, e morreu
São Gonçalo,
Dedicado a minha querida avó Mariquinha,
Maria Florência da Cunha.
Um pouco da poeta
Jéssica Débora foi professora e poetisa. Nasceu na sede de São Gonçalo do Amarante, no dia 22 de fevereiro de 1907, e morreu no dia 09 de agosto de 1999, às 09 horas da manhã de uma segunda-feira.
Foi casada com o desportista Sílvio de Pontes Bezerra (in memorian) e mãe de três filhos ainda vivos: Dr. Marcel, Antônio Mozart e Maria Sílvia de Melo Benígno.
São Gonçalo, minha terra amada
pequena cidade que me viu nascer
tuas casas antigas, teus canaviais
onde está tudo isto que me viu crescer?
São Gonçalo, amo teu passado de belezas
teus carros de bois a gemer cheios de cana
tuas levadas, teus engenhos de açúcar
onde está a beleza que tanto te deu fama?
Onde está a juventude do meu tempo?
Onde estão os amigos tão amados?
Onde estão tuas festas tão bonitas?
Tudo se foi com o teu passado
Resta apenas a saudade amiga
Porque o mais, está tudo acabado
Saudades dos tempos que se foram
e que nunca mais virão.
São Gonçalo, 1969.
CAJUEIRO DA CRUZ
Cajueiro da Cruz cheio de lendas
Sempre cheio de velas e fitas
Onde o povo humilde se curvava
e ajoelhados ao teu tronco oravam
Eras um marco de uma antiga história
contavam que em tuas ramadas verdejantes
almas penadas faziam morada
para apavorar os viajantes
Cajueiro amigo, inocente e útil
onde os pássaros procuravam abrigo
acabaram tua tradição
mataram-te sem dó como inimigo
Tudo na vida tem o seu destino
você também sofreu o seu
nasceu, cresceu, foi respeitado
e com o correr do tempo
tornou-se pequenino, e morreu
São Gonçalo,
Dedicado a minha querida avó Mariquinha,
Maria Florência da Cunha.
Um pouco da poeta
Jéssica Débora foi professora e poetisa. Nasceu na sede de São Gonçalo do Amarante, no dia 22 de fevereiro de 1907, e morreu no dia 09 de agosto de 1999, às 09 horas da manhã de uma segunda-feira.
Foi casada com o desportista Sílvio de Pontes Bezerra (in memorian) e mãe de três filhos ainda vivos: Dr. Marcel, Antônio Mozart e Maria Sílvia de Melo Benígno.

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